Vestido de Amy Winehouse é vendido por R$ 123 mil
Peça usada na capa de 'Back to black' foi comprada por museu chileno.
Leilão foi ideia da estilista tailandesa Disaya, para arrecadar fundos.
Da EFE
Amy Winehouse (Full) Live At Glastonbury Festival 2008

Mitch Winehouse, pai de Amy, e o vestido que a cantora usou em capa de disco, durante leilão realizado em Londres na terça-feira (28) (Foto: Reuters)
Em leilão nesta terça-feira (29) em Londres, a Fundação Museu da Moda do Chile arrematou por 50 mil euros (cerca de R$ 123 mil) o vestido que Amy Winehouse usou na capa do disco "Back to black", de 2007. O álbum é o último de estúdio que ela gravou antes de morrer aos 27 anos no dia 23 de julho.
Assinado pela estilista tailandesa Disaya, a peça arrecadou mais que o dobro do estimado. A quantia será repassada para a fundação que leva o nome da cantora, que cuida de jovens com problemas de dependência química e álcool.
Responsável pela casa de leilões que realizou a venda, Kerry Taylor explicou à Agência Efe que o grande valor do vestido está no fato de ser o figurino que Amy escolheu para a capa de seu disco mais importante.
Taylor reconheceu as "dificuldades de se leiloar um vestido nestas circunstâncias, mas ressaltou que o importante é saber que o dinheiro será usado para uma boa causa". Trata-se de um vestido muito simples, um modelo curto, de cor crua e com pequenas listras vermelhas, que contava com um pequeno adorno no decote e um largo cinto de couro vermelho.
A ideia de leiloar a peça partiu da própria Disaya, que depois da morte da cantora ofereceu o modelo para arrecadar fundos para a Fundação Amy Winehouse. Na época, Amy, que ainda não era tão conhecida, teve dificuldades para encontrar um modelo, já que alguns estilistas se negaram a emprestar o vestido. Após a sessão de fotos na casa do fotógrafo Mischa Richter, a equipe de Winehouse devolveu o vestido para a criadora.
Imagens raras de Marilyn Monroe aos 19 anos dominam leilão nos EUA
DA EFE

Imagens raras de Marilyn Monroe aos 19 anos dominam leilão nos EUA
Uma coleção de imagens da primeira sessão fotográfica de Marilyn Monroe dominou um leilão realizado nesta sexta-feira pela casa Julien's Auctions em Los Angeles, onde foram apresentados mais de 300 artigos relacionados à loira mais sedutora da história de Hollywood.As fotos foram tiradas por Joseph Jasgur quando a atriz tinha apenas 19 anos e dava os primeiros passos de sua carreira profissional, ainda sob o nome de Norma Jeane.
O diretor-executivo da Julien's Auctions, Martin Nolan, disse que este foi um leilão incomum, pois, além das fotos raras, foram leiloados os negativos e os direito de imagem das mesmas, algumas das quais foram adquiridas por mais de US$ 21 mil.
Os participantes do leilão se mostraram especialmente interessantes nas fotos de Monroe usando maiô na praia de Zuma, norte de Los Angeles, numa época em que a modelo principiante ainda não era o mito sexual que se transformaria nos anos 1950.
"Passaram 50 anos de sua morte, mas as pessoas ainda têm um romance com Marilyn Monroe, essa visão de loira explosiva, e é uma parte de suas lembranças que querem manter viva. Marilyn Monroe é muito 'colecionável', é um grande investimento", explicou Nolan à Efe.
O leilão, no entanto, fracassou em encontrar um comprador para as peças mais valiosas à venda: um vestido de estilo arabesco usado pela atriz em 1958 para uma sessão de fotos na qual emulou a estrela do cinema mudo Theda Bara em seu papel de Cleópatra de 1917 e um tríptico criado para Marilyn pelo fotógrafo Cecil Beaton.
O traje estava avaliado entre US$ 200 mil e US$ 300 mil, enquanto o tríptico era estimado entre US$ 80 mil e US$ 100 mil - tinha ficado no salão da casa da atriz até sua morte, junto à foto preferida de Marilyn e uma carta de Beaton descrevendo-a. EFE
O objeto vendido pelo maior valor no evento foi um vestido arrematado por mais de US$ 79 mil, usado por Marilyn no filme "O Pecado Mora ao Lado" (1955).
Estátua do faraó Amenhotep III é descoberta no Egito
Obra do século 14 foi descoberta na cidade de Luxor por uma equipe de arqueólogos egípcios
Fonte do texto:efe

Amenhotep III (fonte:Internet)
Uma estátua monumental do faraó Amenhotep III (1390-1352 a.C.) foi descoberta nesta quinta-feira, 1, por uma equipe de arqueólogos egípcios na cidade de Luxor, a 670 quilômetros ao sul do Cairo, segundo as autoridades egípcias.O Conselho Supremo de Antiguidades do Egito (CSA) informou em comunicado que a peça é "gigante" e que foi encontrada durante escavações em Qena, onde está o templo de Amenhotep III.
A estátua, esculpida em quartzito com frisos de diversas cores, tem 13,5 metros de altura e pesa 100 toneladas.
O monumento, que foi encontrado em posição vertical, é composto de vários fragmentos grandes, entre eles a cabeça, que mede 2,5 metros e pesa três toneladas.
A descoberta ocorreu após sete meses de escavações feitas por uma delegação do CSA na área norte do templo de Amenhotep III, situado na margem oeste do rio Nilo.
Segundo a nota, a estátua desse faraó é a segunda encontrada nos últimos dois meses nessa região do templo.
Os arqueólogos acreditam que um terremoto derrubou o templo no ano 27 a.C., causando também a destruição das duas estátuas, que ficaram soterradas.
Amenhotep III, um dos faraós mais célebres da dinastia XVIII, foi pai de Akhenaton e avô de Tutancâmon, e mandou construir diversas estátuas da deusa da cura Sekhmet ao adoecer, nos últimos dias de sua vida.
Maias previam retorno de um deus em 2012 e não o fim do mundo, diz estudo
Segundo especialistas, o ano de 2012 marcaria o término de uma era e ao começo de outra, com o retorno do deus Bolon Yokte
Fonte do texto:Efe

Calendário Maia
MÉXICO - As previsões dos maias para dezembro de 2012 não se referem ao fim do mundo, mas ao retorno do deus Bolon Yokte, que voltaria ao término de uma era e ao começo de outra, segundo uma nova interpretação divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México.Os especialistas Sven Gronemeyer e Barbara Macleod, da Universidade da Trobe (Austrália), divulgaram uma nova interpretação das inscrições maias do sítio arqueológico de Tortuguero, durante a 7ª Mesa Redonda de Palenque, realizada no estado mexicano de Chiapas.
A data de 21 de dezembro de 2012 citada nas inscrições do povo indígena maia gerou diversas especulações sobre supostas "profecias maias do fim do mundo", versão que foi rejeitada pelos arqueólogos e epigrafistas.
Segundo os especialistas, os maias criaram um calendário com base em um período de 400 anos, denominado Baktun. Cada era é composta por 13 ciclos de 400 anos, que somavam 5.125 anos, e, segundo a conta, a era atual concluiria em dezembro de 2012.
Gronemeyer explicou que, de acordo com a visão maia, no final de cada era, completava-se um ciclo de criação e começava outro. Nesta inscrição, menciona-se que 21 de dezembro "seria investida a deidade Bolon Yokote", um deus vinculado à criação e à guerra, que participou do começo da atual era, iniciada em 13 de agosto do ano 3.114 a.C.
O epigrafista alemão indicou que essa inscrição está ligada à história da cidade maia de Tortuguero, na qual se cita o governante Bahlam Ajaw (612-679 d.C.) como futuro participante de um evento do final da era atual.
O texto de caráter narrativo, segundo Gronemeyer, mostra que os governantes maias deveriam "preparar o terreno para o retorno do deus Bolon Yokte, e que o Bahlam Ajaw seria o anfitrião de sua posse".
Conforme este prognóstico, o deus Bolon Yokte presidiria o nascimento de uma nova era, que deverá começar em 21 de dezembro de 2012, e supervisionaria o fim da era atual.
"A aritmética do calendário maia demonstra que o término do 13º Baktun representa simplesmente o fim de um período e a transição para um ciclo novo, embora essa data seja carregada de um valor simbólico, como a reflexão sobre o dia da criação", comentou Gronemeyer.
O epigrafista mexicano Erik Velásquez disse que, para os escribas maias, a história como uma narração de eventos humanos foi uma preocupação secundária. Eles se centravam nos rituais de qualquer tipo, por isso, "as inscrições mostram relações complexas entre o tempo, as esculturas e os prédios".
"Na antiga concepção maia, o tempo se construiu tal como as esculturas e os prédios que as continham, os períodos tinham consciência, vontade, personalidade e se comportavam como humanos", acrescentou Velásquez.
Arqueólogos descobrem túmulos de 10 eunucos imperiais em Pequim
Na época do Império, grupo tinha muito poder; especialistas ainda não estabeleceram datas nem identidade dos homens
Fonte do textoEfe
Uma equipe de arqueólogos descobriu em Pequim túmulos de dez eunucos que viveram na época da corte imperial chinesa durante a dinastia Ming (1368-1644), informou nesta quarta-feira, 30, o jornal "Global Times".
As covas foram descobertas graças às obras para a construção de um prédio de laboratórios. Em agosto, surgiram os primeiros indícios dos restos arqueológicos e os trabalhos foram interrompidos.
As datas exatas dos túmulos e a identidade concreta dos eunucos ainda não foram descobertas pelos cientistas. Essa informação só sera esclarecida após estudos minuciosos sobre os costumes funerários da época.
Em 2000 e 2003, neste mesmo lugar, onde se localizava o conhecido Templo de Wanshou, foram encontrados túmulos de outros eunucos. Eles formavam um grupo social que em muitos períodos da história da China teve um grande poder.
Na época do Império, uma multidão de jovens viajava para Pequim vindos de todas as partes da China para se transformarem em eunucos. As famílias economizavam durante anos para pagar os castradores da capital.
Em 1996, morreu o último eunuco, Sun Yaoting, que em 1911, após a queda do imperador, foi obrigado a abandonar a Cidade Proibida, onde morava com centenas de seu grupo.
Aqui se casou a princesa Pocahontas
Arqueólogo encontra restos de igreja onde teria se casado personagem do desenho de Walt Disney
Fonte do texto:Jornal da Tarde

Templo podia suportar o telhado do edifício, de barro e madeira
Pocahontas, a princesa indígena popularizada pelo desenho de Walt Disney, se casou em 1614 com um colono inglês em uma igreja protestante cujas ruínas foram descobertas agora em Jamestown, na Virgínia, nos EUA.O autor da façanha foi o arqueólogo William Kelso. “Esta foi a primeira igreja protestante das dezenas de milhares que existem, atualmente, nos Estados Unidos, usada entre 1608 e 1616”, disse.
No templo revelado ontem, em abril de 1614, teria se casado Pocahontas, filha predileta do chefe indígena Powhatan.
Na região, perto do rio James, cem homens desembarcaram no dia 14 de maio de 1607, com a missão de fundar a primeira colônia inglesa na América.
Cuidadosamente escavada, a área exibe grandes fundações de dois metros de profundidade, de onde se elevavam pilares, assim como restos de quatro túmulos.
Segundo especialistas, outras duas igrejas protestantes foram construídas mais ou menos na mesma época no país, mas não restaram vestígios delas.
Kelso acha que a de Jamestown é a mais antiga. “A religião desempenhou um papel importante na comunidade”, disse ele, perto do rio onde pequenas bandeiras marcam o contorno do que foi o edifício. Os colonos “trabalharam muito na construção desta igreja, e chegou a ser muito importante para a colônia”, explicou.
Levando em conta o tamanho das bases dos pilares de madeira, o templo era capaz de suportar o telhado pesado do edifício, construído de barro e madeira.
O arqueólogo também destacou a importância do evento na história colonial, pois permitiu novos assentamentos no que era território hostil para os colonos europeus. “Com o casamento, os indígenas se retiraram e não houve mais lutas”, afirmou Kelso.
Pocahontas é conhecida por muitos pelo desenho animado de Walt Disney, que romanceou seu encontro com o colono inglês John Smith. Batizada Rebecca, ela casou-se mais tarde com outro colono inglês, John Rolfe, antes de morrer na Inglaterra, com apenas 21 anos. Desde já, e nos próximos meses, os arqueólogos vão se dedicar a escavar as sepulturas e revelar novos dados sobre a época.




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