Adolescência:Virou febre
Restos de Nada: Eu Tenho Medo
Punk
Mullets
O corte de cabelo curto na frente e comprido atrás era o último grito da moda nos anos 80. Surgiu com o roqueiro Ziggy Stardust (David Bowie) nos anos 70, mas ganhou força mesmo na década seguinte.
Clubbers
Foi um movimento contrário ao Punk, pois não havia engajamento social. O objetivo era mesmo se divertir. Os clubbers eram os adeptos a música eletrônica (Techno, Trance, Trip-Hop, House, Jungle) e a vida noturna das festas rave. A aparência era extravagante: roupas coloridas, estampas de desenhos japoneses, acessórios com estrelas, brilhos, piercings e cabelos com cores diferentes, como roxo ou verde.
Emo
O temo surgiu nos Estados Unidos para se referir a uma nova geração de bandas de “hardcore emocional” em meados dos anos 80. No Brasil, a moda começou a se espalhar por volta de 2003. As músicas das bandas consideradas emos, como NZ Zero e Fresno, são marcadas pelas letras tristes, melancólicas. E os adolescentes incorporaram essa onda. Os emos tinham franjas compridas, caídas sobre os olhos cheios de maquiagem preta. O cabelos eram coloridos. As roupas, pretas e/ou listradas. Para os pés, a moda era o tênis All-Star.
Happy Rock
As franjas sobre o rosto ficaram, mas os emos pararam de chorar. O termo “happy rock” foi inventado pelos integrantes da banda Restart. Por isso, os adolescentes que seguiam a moda dos óculos enormes e roupas multicoloridas se auto-denominaram “família Restart”. Outras bandas do gênero são Cine e Replace. Também faz parte da moda fazer corações com as mãos: primeiro, é preciso unir os dedos correspondentes (indicador com indicador, médio com médio, etc). Depois, todos os dedos ficam curvados para baixo, exceto os polegares.
Pulseiras do sexo
As pulseiras surgiram na Inglaterra e, quando chegaram ao Brasil, em 2010, a novidade causou dor de cabeça. Seis cidades chegaram a proibir formalmente o uso dos acessórios. Isso porque elas faziam parte de um jogo em que a pessoa que conseguisse arrebentar a pulseira de outra pessoa recebe uma recompensa sexual de acordo com a cor do acessório.Amarela = abraço; rosa = mostrar o seio; laranja - dentadinha de amor; roxa - beijo de língua, vermelha = dança sensual; verde - sexo oral a ser praticado pelo rapaz; azul = sexo oral a ser praticado pela menina; branca - a menina escolhe; Preta = sexo.
Fonte do texto:Guia dos Curiosos
Arqueólogos encontram cemitério pré-colombiano no Panamá
Escavações encontraram túmulos com cerca de mil anos de idade; restos mortais tinham metais preciosos
Fonte do texto:Efe
Parque Arqueológico El Caño, que fica na província de Coclé, no centro do Panamá.(Fonte:Internet)
Um cemitério pré-colombiano de pessoas de destaque na sociedade com entre 700 e mil anos de antiguidade foi encontrado no Parque Arqueológico El Caño, que fica na província de Coclé, no centro do Panamá.Os arqueólogos encontraram seis túmulos, das quais foram escavadas quatro, onde estavam depositados 25 restos mortais. "O maior tem uns cincos metros de comprimento por 3,5 de largura, e nele há pelo menos 25 corpos, um deles aparentemente de uma pessoa muito importante, porque estava coberto de ouro e cobre, com artefatos feitos de ossos de animais e pedras", relatam os arqueólogos.
As escavações começaram em 2006, numa área de 5 mil metros quadrados, mas os primeiros achados só foram registrados em 2008 e 2009. Os arqueólogos encontraram primeiro restos carbonizados das estruturas de madeira que cobriam alguns dos túmulos e, no ano seguinte, foram encontrados os restos do enterro de um bebê.
"Sabíamos que tínhamos algo grande nas mãos em função das leituras e da documentação dos sítios similares, como o Sítio Conte, que era um cemitério de chefes ou de pessoas da alta sociedade", dizem os especialistas. Sítio Conte, também na província de Coclé, foi explorado por arqueólogos americanos em 1940 e fica a 2,5 quilômetros ao sul do Rio Grande, área onde está El Caño.
Os arqueólogos afirmaram que as peças estão em processo de análise para investigar a relação entre sitio Conte e El Caño, porque os restos encontrados nos dois lugares são da mesma época.
"Pensávamos que sitio Conte era um local excepcional e que El Caño era uma área onde se coordenavam atividades econômicas, sociais e política, ou um centro de cerimônias", dizem os especialistas.
O cemitério encontrado em El Caño foi utilizado durante aproximadamente 300 anos e, ainda que não se saiba com precisão que grupo ou sociedade ocuparam a área, acredita-se que foi um grupo cuja identidade pode ser rastreada no Panamá entre o Golfo de Montijo, na província de Veraguas, e a cidade do Panamá, a partir do ano 150 depois de Cristo até a conquista dos espanhóis.
"Não conhecemos o nome desse grupo e talvez não o conheçamos, mas seus sinais e identidade são as que estão enterradas nos sítios arqueológicos desse período, na região central do Panamá.
A descoberta será reportagem de capa da revista National Geographic para América Latina em janeiro de 2012.
Alguns palavrões têm origem inocente?
Mário Araujo
Alguns palavrões têm origem inocente?
Lúcia Regina,
Rio de Janeiro/RJ
Sim. Mas, antes de mais nada, um aviso para os leitores que pretendem saber a resposta: vocês vão encontrar nos próximos parágrafos palavras de baixo calão. Portanto, se forem se sentir ofendidos em ler palavrões, é melhor pararem a leitura aqui mesmo.
Para quem veio adiante, um exemplo de uma palavra que teve origem inofensiva, mas que perdeu o sentido original e virou palavrão, é “caralho”, usada hoje como sinônimo de pênis ou como interjeição para demonstrar espanto. O termo vem do latim characulu, diminutivo de kharax ou charax, palavra grega que significa “estaca” ou “pau” (pedaço de madeira). “Ele passou a ser usado para designar o membro do touro na Antiguidade”, diz o jornalista Luiz Costa Pereira Junior, autor de Com a Língua de Fora – A Obscenidade por Trás de Palavras Insuspeitas e a História Inocente de Termos Cabeludos. Daí para virar sinônimo de pênis em geral foi um pulo.
Já “boceta”, termo usado hoje como sinônimo de vagina, tem origem no latim buxis, “caixa de buxo” – buxo, por sua vez, é uma árvore. “As gregas e romanas tinham preferência por essa madeira para suas pequenas caixas em que guardavam objetos de valor”, afirma Luiz. Logo, com a evolução da língua, elas foram chamadas de bocetas. Há registros do termo associado ao órgão feminino em poemas portugueses do século 18.
A associação se deve ao fato de ele ser o lugar em que está o tesouro da mulher.
“Porra”, termo empregado hoje quando algo dá errado ou como sinônimo de esperma, designava uma arma de guerra medieval: era um bastão de madeira com ponta protuberante, cravejada de lanças de metal. O instrumento foi associado ao membro masculino e, com o passar do tempo, ao sêmen.
Fonte:Revista Aventuras na História - Nº 29 - Janeiro de 2006
Justiça proíbe livro que retrata "Lampião gay"
MARCO RODRIGO ALMEIDA
DE SÃO PAULO
No final de novembro, outra biografia sobre um mito brasileiro foi interditada ao público. O juiz Aldo de Albuquerque Mello, da 7ª Vara Cível de Aracaju (Sergipe), proibiu a publicação do livro "Lampião - O Mata Sete".
A obra, escrita pelo advogado e juiz aposentado Pedro de Morais, 67, defende a tese de que o rei do cangaço era homossexual e dividia com a mulher, Maria Bonita, o também cangaceiro Luiz Pedro.
A ação na Justiça foi movida por Expedita Ferreira Nunes, 79, filha de Lampião e Maria Bonita. Em seu despacho, o juiz alegou que a decisão foi tomada para "proteger a honra e a intimidade da requerente e seus genitores".
Morais, contudo, alega que boatos sobre a homossexualidade de Lampião existem há mais de 40 anos.
Colecionador de livros sobre o cangaço desde os anos 1960, ele aprofundou suas pesquisas quando trabalhou como juiz em Poço Redondo (SE), cidade na qual Lampião morreu em 1938."Ex-cangaceiros me falaram que Lampião tinha encontros amorosos com Luiz Pedro. São histórias comuns na região."
Além disso, em algumas entrevistas, Morais também lançou dúvidas sobre Lampião ser o verdadeiro pai de Expedita --segundo o biógrafo, ele ficou incapacitado de procriar após ser atingido por um tiro na genitália, em 1922.
"A família ficou incomodada, mas meu livro é sério e embasado. Tenho certeza que vamos cassar a liminar."
Wilson Mota, advogado de Expedita, alega que não houve motivação homofóbica no caso. "Se enaltecesse o lado hétero dele, a família manteria a mesma postura. Ressaltar a orientação sexual do casal é violar a privacidade."
Fora a polêmica nos tribunais, o trabalho de Morais também é contestado quanto aos fatos históricos.
"A tese é delirante. Os registros da época não autorizam essa conclusão", diz Frederico Pernambucano de Mello, um dos principais pesquisadores do cangaço.


















Além do Cidadao Kane(substituído:03/09/2009)
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