Yoko Ono ganha batalha legal por direitos a vídeos de John Lennon
1-John Lennon - Woman
2-John Lennon Happy Xmas (War is Over)
Imagens mostram o ex-Beatle compondo músicas e consumindo drogas.
Advogado não sabe se a víuva do artista pretende divulgar as cenas.Da France Presse

Yoko Ono, viúva de Lennon, ganha na justiça direito a videos do músico. (Foto: Reuters)
A viúva de John Lennon, Yoko Ono, ganhou um processo contra uma associação de colecionadores que disputava com ela os direitos de autoria sobre vídeos em que o ex-Beatle aparece fumando maconha e compondo.
A decisão de reconhecer os direitos de autor para Ono foi adotada na semana passada por uma corte do distrito de Boston (Massachusetts, nordeste), revelou nesta quarta-feira (1º) Jonathan Albano, advogado que a representou no caso.
Albano, no entanto, não esclareceu se as imagens serão algum dia divulgadas pela viúva do músico. "Nossa cliente está muito satisfeita por ter vencido o julgamento", disse.
O processo entre representantes de Yoko Ono e da World Wide Video, um consórcio de colecionadores de objetos vinculados aos Beatles com sede em Massachusetts, teve início no ano passado.
Algumas das imagens em questão mostram Lennon, morto em 1980, fumando maconha, especulando sobre a ideia de colocar LSD no chá do presidente Richard Nixon e compondo músicas como "Remember" e "Mind games".
A World Wide Video afirmava ter comprado os direitos sobre os vídeos do primeiro marido de Ono, Anthony Cox, que os filmou em 1970.
Segundo Ray Thomas, produtor executivo da World Wide Video que começou o processo legal, "John Lennon - três dias na vida" imortaliza um momento histórico na vida do artista "intimamente e sem barreiras".
"Nosso filme permite que uma nova geração compartilhe junto com aqueles que viveram essa época um olhar profundo e penetrante sobre as diferentes facetas do homem que estabeleceu novos padrões na arte, na música, na moda e na políica", argumentou Thomas perante a justiça.
Sítio arqueológico milenar é descoberto durante construção de escola no AP
Mais de cem peças de cerâmica foram encontradas em Laranjal do Jari.
Material pertencia a cemitério indígena, afirma pesquisador.
Iberê Thenório Do Globo Amazônia, em São Paulo

Descoberta de cemitério milenar aconteceu durante terraplanagem para construção de escola na periferia de Laranjal do Jari (AP). (Foto: Gerência de Pesquisa Arqueológica - IEPA/Divulgação)
O que seria uma simples terraplanagem para construir uma escola se transformou em descoberta científica em Laranjal do Jari, no Amapá. Durante a construção de uma escola na periferia da cidade, trabalhadores encontraram um cemitério indígena com dezenas de peças de cerâmica que podem ter mais de mil anos.
Logo após a descoberta, o arqueólogo João Saldanha foi chamado para fazer o resgate do material. “Era um grande sítio arqueológico, que tinha muito material. Havia 50 urnas [funerárias], e contabilizamos em torno de cem peças [de cerâmica] inteiras”, conta o cientista, que trabalha para o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa). Cada urna funerária encontrada é formada por vários vasos diferentes.
Segundo Saldanha, os desenhos gravados na cerâmica indicam a presença de um povo que ocupou também a Guiana Francesa e o Suriname há cerca de 1.200 anos. “Há pinturas de formas humanas e de animais. Uma grande aldeia, intensamente ocupada, existia ali”.
Parem as máquinas

Cada urna funerária é formada por diversos vasos. No total, 50 conjuntos foram encontrados. (Foto: Gerência de Pesquisa Arqueológica - IEPA/Divulgação)
Desde a descoberta, ocorrida em maio, a construção da escola está parada. Saldanha terminou as escavações em 20 de junho, e imagina que em breve a obra poderá continuar, pois todas as peças que estavam sob a construção foram resgatadas.
O restante do sítio arqueológico, que está fora da área da construção, será explorado mais tarde, segundo o pesquisador. “A ideia é que possamos fazer um sítio-escola, uma escavação para que os alunos aprendam como se trabalha a arqueologia”, explica.
Carteira é devolvida nos EUA depois de 63 anos
Objeto foi encontrado durante reforma na arquibancada do ginásio.
'É difícil de acreditar', disse Bill Fulton, que nem lembrava mais da perda.
Do G1, em São Paulo, com agências

O norte-americano Bill Fulton teve devolvida a carteira depois de 63 anos. (Imagem ilustrativa)
O norte-americano Bill Fulton, de 78 anos, recebeu uma visitada inesperada na última quinta-feira (25). A secretária escolar Melanie Trindle foi até sua casa em Baker City, no estado do Oregon (EUA), para lhe devolver sua carteira depois de 63 anos, segundo reportagem do jornal local "Baker City Herald".
Aparentemente, a carteira estava intocada, tal como quando ele a perdeu no ginásio da escola de Baker em 1946. Entre os itens, ela ainda guardava seu cartão que o autorizava a andar de bicicleta e o endereço onde ele morava na adolescência. "É difícil de acreditar", disse.
Fulton contou para o jornal que nem se lembrava de ter perdido a carteira, mas a devolução lhe trouxe à cabeça velhas memórias. Ela foi encontrada quando um funcionário removia em 17 de junho a arquibancada do ginásio, que passava por reformas.
Descoberta no Egito fortaleza de mais de 2.600 anos
O forte, por onde passava uma antiga estrada militar, era utilizado como ponto de parada para comerciantes
EFE

Os vestígios do forte milenar, encontrados no Egito e que tinha muralha de 13 metros. Imagem: EFE
CAIRO - Uma equipe de arqueólogos descobriu partes do que foi uma fortaleza militar de grande importância comercial que data da XXVI dinastia (625-664 a.C.) na cidade de Ismaília, 120 quilômetros a leste do Cairo.
O Conselho Supremo de Antiguidades anunciou em comunicado que a fortaleza, encontrada na zona arqueológica de Tel Dafna, conta com uma muralha de 13 metros de altura, a maior achada até o momento a leste do Delta do Nilo.











Além do Cidadao Kane(substituído:03/09/2009)
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