Ozzy Osbourne processa Tony Iommi pela propriedade da marca Black Sabbath
1- Ozzy Osbourne - Crazy Train
2- Ozzy Osbourne - No More Tears
Osbourne quer direitos sobre 50% do nome da banda inglesa.
Guitarrista teria registrado a marca após fim de contrato com a Live Nation.Fonte do texto:Do G1, em São Paulo

Os advogados do cantor britânico Ozzy Osbourne entraram com um processo no Escritório de Marcas e Patentes dos EUA contra o guitarrista Tony Iommi, colega de Osbourne no Black Sabbath, alegando que Iommi tentou assumir ilegalmente o controle total do nome da banda.
Segundo o jornal “Ney York Post”, o processo de Ozzy exige que o cantor fique com 50% da propriedade da marca Black Sabbath, além de parte dos lucros que Iommi teria ganhado com o uso do nome, sugerindo que foi a “voz” de Osbourne que ajudou a criar o “extraordinário sucesso da banda”. O processo também insinua que a popularidade do grupo “caiu vertiginosamente” durante o período em que o cantor esteve ausente da formação.
O processo de Osbourne acontece após outro, feito por Iommi em dezembro de 2008 contra a Live Nation, onde o guitarrista afirma que a empresa continuou vendendo material relacionado ao Black Sabbath após o fim do contrato com a banda em 2006 – logo após o fim do acordo, Iommi teria registrado a marca do grupo em seu nome.
Correio francês lança selo sabor chocolate para enfrentar crise
DANIELA FERNANDES
da BBC Brasil
Os Correios da França lançaram nesta segunda-feira selos com aroma de chocolate, em mais uma iniciativa para tentar conter a queda no volume de cartas em virtude da popularização do e-mail e de outros meios de comunicação na internet.
O volume de correspondências enviadas caiu 3% na França em 2008. Só no primeiro trimestre de 2009, acentuada pela crise econômica, a queda foi de 4,4% em relação ao trimestre anterior, segundo dados fornecidos pelos Correios à BBC Brasil.
Par tentar reverter essa tendência, os Correios franceses já vinham adotando medidas como o lançamento, no ano passado, de um sistema que permite imprimir, em casa, selos diretamente sobre envelopes ou etiquetas.
Outro serviço, oferecido há cerca de um ano, permite criar selos individualizados com fotos pessoais ou logotipos de empresas.
Segundo a assessoria, essas iniciativas se inserem em um plano de modernização de produtos, com o objetivo de se aproximar mais dos hábitos dos franceses, que cada vez mais fazem compras pela internet.
Ao tentar atrair os internautas e permitir a utilização de fotos pessoais digitalizadas nos selos, a empresa tenta estimular o envio de cartas, diz a assessoria.
O novo selo com sabor chocolate, vendido em todas as agências dos correios da França a partir desta segunda-feira, é mais uma estratégia para atrair clientes.
Além de enviar uma carta que terá um leve perfume de chocolate, a pessoa que colar o selo também sentirá o sabor do produto.
Os selos lançados, com 10 imagens diferentes, retraçam a história do chocolate, a partir das favas de cacau originárias da América Central e da Amazônia à introdução do chocolate na corte do rei Charles 5º, no século 16.
As imagens dos selos contam ainda que o chocolate era muito apreciado pelos reis franceses no Palácio de Versalhes e que o produto, durante muito tempo consumido apenas pelas pessoas ricas, se tornou popular no século 19, com o surgimento da indústria de chocolate.
O carnê com 10 selos com aroma de chocolate custa 5,60 euros (cerca de R$ 15), a mesma tarifa do carnê de selos comuns na França.
Esqueleto de urso de 16 mil anos é roubado na Bósnia
da Efe, em Sarajevo
Um esqueleto de um urso-das-cavernas com 16 mil anos de idade foi roubado na última sexta-feira (22), de dentro da caverna de Orlovaca, na Bósnia.
O conjunto de ossos tem valor arqueológico incalculável, segundo a agência de notícias bósnia SRNA. O esqueleto pertencia ao segundo maior urso-das-cavernas já encontrado no mundo, em 2004.
A polícia bósnia colocou em alerta os postos policiais da fronteira e pediu à Interpol (polícia internacional) um controle reforçado nos limites do país, a fim de evitar a saída do esqueleto.
Recordista em processos entra com ação contra o Guinness
Jonathan Riches já processou Platão, Nostradamus e a Torre Eiffel.
Ele é chamado de 'Zeus das ações judiciais' e de 'Johnny Sue-nami'.
Do G1, em São Paulo

Jonathan Lee Riches está processando o Guinness. (Foto: Reprodução)
Considerada a pessoa que mais entrou com ações na Justiça, o norte-americano Jonathan Lee Riches decidiu processar o Guinness. Ele quer que o livro dos recordes pare de citar o seu nome, segundo o jornal americano "Spokesman Review".
Chamado de "Zeus das ações judiciais" e de "Johnny Sue-nami" (trocadilho em inglês entre as palavras processo e tsunami), Riches entrou com o processo na semana passada contra o Guinness, apesar de estar preso acusado de fraude e conspiração.
Ele alega que, até hoje, apresentou mais de 4 mil ações em todo o mundo. "Eu tenho tantos processos assinados com a minha caneta e mão direita, que tenho artrite nos meus dedos, dormência nos meus pulsos", escreveu ele em sua última ação.
Em seu currículo, Riches já apresentou ações contra Platão, Nostradamus, o time de futebol americano New England Patriots, o ex-presidente dos EUA George W. Bush, Britney Spears, monges budistas, o Lincoln Memorial e a Torre Eiffel.
Quando sair da cadeia, ele afirmou que pretende abrir uma loja para ensinar as pessoas a entrar com processos sem a necessidade de um advogado. No entanto Riches vai ter que esperar até 2012, quando termina sua pena.
Que fim levou o último César?

A última pessoa com o título de imperador romano do Ocidente foi Rômulo Augusto, um coitado que acabou sendo deposto durante as invasões bárbaras de 476. Na verdade, quem mandava mesmo não era Rômulo, mas seu pai, o comandante militar Orestes, que fez dele imperador aos 15 anos. Quando Orestes morreu, apenas dez meses depois, os invasores hérulos, liderados pelo general Odoacro, condenaram o césar à morte. Mas, como ele era apenas um garoto, a pena foi cancelada, ele recebeu uma mesada legal e se mudou para um castelo na cidade de Nápoles, onde viveu com conforto até os 51 anos. Foi um cara de sorte, no fim das contas. Dos 111 imperadores romanos da história, só 31 não foram assassinados. E Rômulo foi um deles.
Quando Rômulo trocou o papel de imperador por uma casa e a aposentadoria, o título de césar desapareceu em Roma. Ele tinha sido criado no ano 31, quando o primeiro imperador, Otávio Augusto, homenageou o tio Júlio César: a partir daquele momento, todo rei romano tinha que fazer a mesma coisa que ele, acrescentar um “César” ao próprio nome. No final do século 3, surgiu o título “Augusto”, agora em homenagem ao Otávio.
Os césares continuariam existindo ali perto, no império que governava o Marrocos e o Egito, na África, e o sul da França e da Itália, na Europa. Com sede na cidade de Constantinopla, na Turquia, o Império Romano Oriental teve césares até 1453, quando Constantino X foi derrubado pelos turcos-otomanos. Acabou assim o império mais longo da história: 1 058 anos. Se o fim do Império Romano do Ocidente marca o começo da Idade Média, a invasão de Constantinopla inicia a Idade Moderna.











Além do Cidadao Kane(substituído:03/09/2009)
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