Sábado, Dezembro 08, 2007


Evanescence



1 - Evanescence - Bring Me To Life
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2 - Evanescence - Call Me When You're Sober



metal gótico ou nu metal?


Classificar o estilo musical de qualquer banda atualmente é um problema, que não se limita apenas ao Evanescence. Geralmente os novos fãs insistem em classificar qualquer banda com uma cantora que segue alguma linha lírica como metal gótico, o mesmo já ocorreu com a banda finlandesa Nightwish que até 2005 contava com a cantora Tarja Turunem, que segue agora carreira solo e canta em várias óperas.


Porém, o primeiro álbum oficial da banda, Fallen, foi ligeiramente diferente dos trabalhos anteriores da mesma, motivo que levou muitos fãs a afirmarem que seu estilo mudou muito. O som passou a ser "dinâmico", rápido, o que levou muitos a classificarem tal álbum como comercial. É exatamente nessa fase que a banda recebe o rótulo de new metal, e também por ter recebido influências de outras como Korn, que pertence a esse estilo. Em entrevista á MTV, o ex-integrante Ben Moody chegou também a afirmar que a banda era um nu metal com pegadas góticas.


Mas é óbvio que todos esses problemas em estilos são apenas reflexo de um estilo recente mal compreendido e criticado por muitos, já que se tratando de um estilo de rock ele ainda é novo (1990) e tem sofrido uma série de adaptações desde que surgiu. Para se ter um exemplo, bandas como, Soulfly de também nu metal liderada pelo brasileiro Max Cavalera utiliza-se da linha thrash metal, Korn e Slipknot, post thrash. Conflitos ainda surgirão em definir novas bandas desse estilo. Completamente compreensível para uma banda do estilo nu metal que tem origem de várias as linhas de estilo do rock.



Mulher deserda netos e deixa US$ 12 milhões para o cachorro
da France Presse, em Nova York



A milionária Leona Helmsley deixou US$ 12 milhões (mais de R$ 23 milhões) para seu cachorro, informou nesta quarta-feira o jornal "The Daily News". No seu testamento, Leona destinou menos dinheiro ao irmão e ainda deserdou dois netos.


Desta forma, ela adotou Trouble --o pequeno maltês branco do qual nunca se separava-- como o principal beneficiário de sua fortuna, segundo o jornal.


A guarda do cachorro ficará a cargo de Alvin Rosenthal, irmão de Helmsley e menos do que Trouble, já que só receberá US$ 10 milhões (mais de R$ 19 milhões).


Para seus netos David e Walter, ela decidiu deixar US$ 5 milhões (mais de R$ 9 milhões) para cada um desde que visitem --pelo menos uma vez por ano, de preferência no dia do aniversário da morte-- o túmulo de seu pai, conforme determina o testamento.


Craig e Meegan, os outros dois netos, ficaram sem nada "por razões por eles conhecidas", ainda de acordo com o testamento.
Leona morreu em 20 de agosto. Em 1972 casou com o magnata Harry Helmsley e juntos administraram uma cadeia de hotéis e outros negócios imobiliários, incluindo o Empire State Building.


Quando Trouble morrer, ele ficará ao lado da dona no mausoléu cercado por doze colunas dóricas e ao qual foi destinado um fundo de US$ 3 milhões (quase R$ 6 milhões) para manutenção de cuidados.




Brasileiros desistem de seu sonho americano, diz "New York Times"
da BBC Brasil



Mais e mais brasileiros vêm deixando os Estados Unidos e desistindo de viver ilegalmente no país, para voltar aos seus lugares de origem, muitos após mais de uma década, afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal "The New York Times".


Segundo a reportagem, intitulada "Brasileiros desistem de seu sonho americano", os brasileiros que deixam o país explicam sua decisão "apontando para um medo crescente de deportação e uma economia americana em queda".


"Muitos citam a expiração das carteiras de motorista que não podem mais ser renovadas, de acordo com as regras mais duras, ao lado de uma forte queda no valor do dólar em relação à moeda do Brasil, onde a economia melhorou", diz o jornal.


O NYT atribui a informação de que cada vez mais imigrantes brasileiros estão retornando ao Brasil a "funcionários consulares, agências de turismo inundadas por reservas de passagens somente de ida e líderes comunitários em bairros que os imigrantes brasileiros transformaram, de Boston a Pompano Beach, na Flórida".
Milhares


Citado pelo jornal, o líder comunitário Fausto Rocha, fundador do Centro do Imigrante Brasileiro em Boston, diz que "seus compatriotas --muitos ilegais-- estão deixando o país aos milhares, alguns após perderem suas casas na crise das hipotecas de alto risco".


"Em Nova York e Nova Jersey, agências de viagem e outros que vendem passagens aéreas dizem que as reservas para vôos somente de ida para o Brasil mais do que dobraram desde o ano passado, para cerca de 150 diárias a partir do aeroporto internacional J.F. Kennedy", diz a reportagem.


O jornal diz ainda que um levantamento feito pelo consulado do Brasil em Miami "confirmou o que já supunham". "Mais brasileiros estão deixando a região do que chegando --numa reversão de uma curva ascendente que parecia impossível de ser contida até 2005, quando brasileiros incapazes de atender aos duros requisitos para visto estavam se infiltrando pela fronteira Estados Unidos-México em números recordes", diz a reportagem.


Para o NYT, "ainda é cedo para dizer se a migração reversa dos brasileiros os coloca na vanguarda de uma onda mais ampla entre os imigrantes ou ressalta sua diferença".


A reportagem comenta que "eles geralmente vêm de classes mais urbanas e educadas do que outros grandes grupos de imigrantes ilegais da América Latina, segundo mostram estudos". "Muitos que voltam agora vinham investindo seus ganhos americanos em imóveis no Brasil", diz o NYT.