Radiohead
1-Radiohead – Creep
2 - Radiohead - Fake Plastic Trees
Radiohead é um grupo de rock alternativo, considerada uma das mais importantes bandas de rock na atualidade.
Nasceu no fim dos anos 80, em Oxford, Inglaterra, originalmente sob o nome On A Friday (referência ao único dia da semana em que os membros conseguiam se reunir para ensaiar, Sexta-feira).
O nome Radiohead veio de uma música dos Talking Heads, uma das influências da banda, chamada "Radio Head". Outros artistas que influenciaram o Radiohead são Jeff Buckley, Joy Division, Can, Elvis Costello, Aphex Twin, REM e Pink Floyd.
Novas curiosidades
Thom Yorke fez um disco chamado The Eraser, seu primeiro disco-solo (embora não o chame de tal), que utiliza bastante de recursos eletrônicos. Ele nem cogita a idéia de sair do Radiohead, apenas acha que este estilo não se encaixa com o perfil da banda. O sétimo álbum da banda, In Rainbows, foi lançado dia 10 de outubro de 2007 em versão digital para download, e em 31 de dezembro de 2007 será lançada (pelo selo independente XL Recordings, mesmo de "The Eraser") uma versão física. "Jigsaw Falling In To Place" será o primeiro single, com previsão de lançamento no dia 14 de janeiro de 2008.
Membros
Thom Yorke: Vocal, guitarra, piano e sintetizadores
Ed O'Brien: : Guitarra e sintetizadores
Jonny Greenwood: : Guitarra , teclados e sintetizadores
Colin Greenwood: : Baixo
Phil Selway: : Bateria 
Cientistas japoneses criam estrada que toca melodias da BBC Brasil
Cientistas no Japão desenvolveram uma estrada que toca notas musicais quando é percorrida pelos carros, segundo jornais japoneses, britânicos e australianos.
A equipe do Instituto de Pesquisa Hokkaido Industrial Research baseou seu sistema de "estradas musicais" em ranhuras colocadas em intervalos específicos na superfície da estrada.
Dependendo da distância entre uma ranhura e outra, um carro que passa pela estrada vai produzir uma série de notas diferentes que acabam formando uma música.
"A vibração causada pelo contato entre os pneus e as ranhuras são geradas quando o carro passa sobre a ranhura", explica o jornal japonês Japanese Gijutsu Iten Foramu.
O som emitido quando o carro passa por cima da ranhura dura cerca de 30 segundos. O local da ranhura é marcado com sinais sobre o asfalto.
Baixa velocidade
Mas os sinais não avisam, segundo o jornal australiano "Sidney Morning Herald", que para o motorista ouvir a música com clareza, o carro precisa estar andando a apenas 45 quilômetros por hora.
"Você precisa manter as janelas do carro fechadas para ouvir bem. Dirigir rápido demais vai fazer com que a melodia soe como se estivesse em velocidade maior. Mas, dirigir a cerca de 19 quilômetros por hora cria um efeito câmera lenta", afirmou um blogueiro japonês.
Segundo o jornal britânico "The Guardian", o sistema teria partido de uma idéia de Shizuo Shinoda, que acidentalmente arranhou a superfície de uma estrada com uma escavadeira.
Quando passou por cima das ranhuras notou que os entalhes acidentais ajudavam a produzir uma série de sons distintos.
O projeto foi aperfeiçoado então pelos engenheiros no Instituto de Pesquisa Hokkaido Industrial Research, que fica em Sapporo.
A equipe já trabalhava em novas tecnologias para segurança nas estradas, incluindo o uso de luz infravermelha, para detectar estradas com superfícies mais perigosas.
O jornal também diz que existem três "estradas musicais" no centro e no norte do Japão e uma delas toca uma canção pop japonesa. 
A proclamação da República
Ao proclamar a República, dia 15 de novembro de 1889, Deodoro da Fonseca estava com um ataque de dispnéia. Foi tirado da cama no meio da noite para comandar o cerco ao Ministério. Foi sem a espada porque seu ventre estava muito dolorido. O cavalo baio número 6 que usou não foi mais montado até a sua morte, em 1906.
Deodoro havia decidido apoiar os republicanos 4 dias antes. "Eu queria acompanhar o caixão do imperador, que está idoso e a quem respeito muito. Mas o velho já não regula bem, Portanto, já que não há outro remédio, leve à breca a Monarquia. Nada mais temos a esperar dela. Que venha, pois, a República", disse.
Quando passou pelo portão do Ministério da Guerra, o marechal acenou com o quepe e ordenou às tropas que se apresentassem. As tropas se perfilaram e ouviram-se os acordes do Hino Nacional. Estava proclamada a República. Não houve derramamento de sangue. O único que se feriu foi o Ministro da Marinha, José da Costa Azevedo, que reagiu a voz de prisão.
Dom Pedro ficou sabendo da movimentação de tropas no Rio de Janeiro quando estava numa casa de banhos em Petrópolis.
Mesmo depois de proclamada a República, ninguém quis levar o telegrama com a notícia para D. Pedro II, que estava em seu palácio em Petrópolis. No meio da noite, o major Sólon Ribeiro foi ao encontro do Imperador, que teve que ser acordado. Na verdade, com medo de manifestações a favor da monarquia, os líderes do movimento pediam que D. Pedro II e sua família partissem naquela mesma madrugada. Dizem os relatos que a Imperatriz Tereza Cristina chorou, que Isabel ficou muda e que o Imperador apenas soltou um desabafo: "Estão todos loucos!"
Antes de viajar, no dia 17 de novembro, Pedro II escreveu uma mensagem para o povo brasileiro: "Cedendo ao império das circunstâncias, resolvo partir com toda a minha família para a Europa amanhã, deixando esta pátria de nós estremecida, à qual me esforcei por dar constantes testemunhos de entranhado amor e dedicação durante quase meio século, em que desempenhei o cargo de chefe de Estado. Ausentando-me, eu com todas as pessoas de minha família, conservarei do Brasil a mais saudosa lembrança, fazendo votos por sua grandeza e prosperidade."
No momento de embarcar, o imperador recebeu um convite de seu sobrinho, dom Carlos, rei de Portugal, colocando à sua disposição um dos seus palácios em Lisboa. Pedro agradeceu, mas não aceitou a oferta que fora trazida pelo embaixador português no Rio.
No dia 5 de dezembro de 1889, o navio Alagoas chegou a Lisboa. A viagem da família real durou 18 dias. Apesar de ter sido recebido com honras, ele preferiu se hospedar com a imperatriz Teresa Maria num hotel na cidade do Porto. Depois de 23 dias, Teresa Maria faleceu no quarto do hotel.
Pedro II morreu deitado num travesseiro que ele encheu com terra brasileira.
Quinta-feira, Novembro 15, 2007
Postado por
José de Jesus Bataier
às
6:07 AM











Além do Cidadao Kane(substituído:03/09/2009)
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