Domingo, Outubro 07, 2007

Bee Gees





1 - Bee Gees - Grease (live, 1997)

2 – Bee Gees - I Started A Joke



Anos 60 - O início


Os integrantes nasceram na Ilha de Man, Reino Unido, no final dos anos 40. Viveram com a familia em Manchester, e mudaram-se ainda adolescentes para a cidade de Brisbane (Austrália) com os pais, em 1958. Ali criaram a banda The Brothers Gibb, que começou a tocar em clubes noturnos e num show de televisão local. Adotaram outros nomes para a banda, como the Blue Cats e the Rattlesnakes. Em 1962 assinaram seu primeiro contrato com uma gravadora, usando o nome Bee Gees e chegando a ter algum sucesso, porém não tanto quanto esperavam. Em 1967 mudaram-se de volta para a Inglaterra, porém na viagem souberam que sua música Spicks and Specks chegara ao topo das paradas australianas.


Na Inglaterra, seu primeiro sucesso foi New York Mining Disaster, 1941 em 1967 e o seguinte, Massachusetts, lançou o trio ao estrelato. Até o fim dos anos 60, foram um trio de rock com influências do country e do soul. Em 1969 lançaram o álbum de rock progressivo Odessa.






Anos 70 - O auge


No início dos anos 70 a banda teve seu primeiro grande sucesso nos Estados Unidos: a balada How can you mend a broken heart fica em primeiro lugar nas paradas. Em 1972 foi a vez Run to me tocar na Europa. Em 1975 foi lançado o disco Main Course, com o sucesso Jive Talkin. No ano seguinte foi lançado Children of the World, que continha a balada Love So Right e o hit em estilo disco You Should Be Dancing.


Depois de lançarem um disco ao vivo, foram convidados a participar da trilha sonora do filme Saturday Night Fever. O álbum com a trilha bateu recordes de vendagem (mais de 20 milhões de cópias no mundo somente naquele ano; até 2005 já atingiu mais de 40 milhões de cópias),Stayin' Alive, How Deep Is Your Love? e Night Fever alcançaram o primeiro lugar em vários países, no auge da era disco. Também assinaram no mesmo disco a faixa If I Can't Have You, sucesso na voz de Yvonne Elliman. Nesta época, Barry e Robin compuseram e participaram nos vocais da balada Emotion, da cantora Samantha Sang, que também fez sucesso à época.


Em 1978, Barry Gibb compôs a faixa-título do filme musical Grease, executada por Frankie Valli. Participaram ainda do fracassado filme musical Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, baseado no álbum homônimo dos Beatles.


Andy Gibb, que nunca integrou o grupo, é o caçula da família e também alcançou grande sucesso entre 1978 e 1981, com dois primeiros lugares nas paradas.


No fim dos anos 70, muitos optaram pelo heavy metal e o punk. As baladas ainda tinham seu público, e em 1979 Too Much Heaven e Love You Inside Out foram bastante executadas nas rádios, além de Tragedy'. O album Spirits Having Flow vendeu mais de 10 milhões e a turnê Spirits percorreu o mundo todo.



Anos 80 e depois - A consagração


O álbum de 1981 Living Eyes fracassou devido ao pouco apoio das rádios. Os irmãos tentaram trabalhos solo, com sucesso localizado na Europa , Japão e América Latina. Baladas como Like a Fool (1984 - Robin Gibb), Juliet (1983 - Robin Gibb) e Shine Shine (1984 - Barry Gibb) nunca estouraram nos Estados Unidos, mas são conhecidas no mundo todo. Nos anos 80 Produziram trabalhos para Barbra Streisand (1980), Diana Ross (1985), Dionne Warwick (1983) e Kenny Rogers (1984), entre outros. Firmaram-se como produtores e compositores. Em 1987 lançaram o álbum E.S.P. que os devolveu o primeiro lugar em todo o mundo com o sucesso You win Again. Em 1988, a família sofreu um abalo com a morte de Andy, que sofria de uma problema cardíaco agravado após anos de uso de drogas e álcool. Mesmo assim, o álbum seguinte, One (1989), homenagem a Andy Gibb, conseguiu popularidade nos Estados Unidos, ficando entre os 10 mais por quase um ano, e originando a turnê ONE, que percorreu a Europa e toda a Ásia.


Outros singles e álbuns foram lançados nos anos 90, repetindo sucesso localizado na Europa, Ásia e América Latina. Canções como For whow the bell tolls (1992), Secret Love (1993) frequentaram paradas no mundo todo, exceto no mercado norte americano. Em 1997 o álbum Still Waters, que ganhou disco duplo de platina, estourou também nos Estados Unidos, levando os Bee Gees novamente ao topo das paradas. Naquele ano, fizeram uma apresentação no Hotel MGM, em Las Vegas: o mega show One Nigth Only, foi lançado em CD no ano seguinte. Também escreveram, produziram e cantaram no mega hit de Celine Dion Immortality, que permaneceu durante um ano nas paradas de todo o mundo.


Em 2000 lançaram o que foi o seu último álbum, This Is Where I Came In, que também teve repercussão localizada em países diferentes: sucesso na Europa, frieza na América, estouro na Ásia. Após a morte de Maurice, por ataque cardíaco a 12 de janeiro de 2003, Barry e Robin anunciaram o fim do grupo. Durante sua carreira ganharam 7 prêmios Grammy e foram incluídos no Songwriters Hall of Fame (Hall da Fama de Compositores) e, em 1997, no Rock and Roll Hall of Fame.


Os irmãos continuaram seu trabalho de forma solo. Robin lançou um disco solo em 2003, com muitas baladas modernas, que chegou a ser bem difundido na Europa. Trabalhou no ano seguinte com Alistar Grifin e com o G4 em 2005. Produziu o single de lançamento de uma das ex-integrantes da banda Atomic Kitchen, com sucesso estrondoso na Inglaterra e Europa. Entre 2004 e 2005 saiu em turnê pelo mundo, que foi registrado em CD e DVD no mesmo ano.


Em 2004 os irmãos Gibb receberam o título Doutor Honoris Causa da Universidade de Manchester e a Comenda de Cavaleiros do Império Britânico, em Londres. Barry trabalhou compondo e produzindo para Cliff Richard em 2004, e para Barbra Streisand em 2005, revivendo o sucesso de 1980. O álbum Guilty Plesaures foi bem visto em todo o mundo, e recolocou Barry na mídia.


Em 2006, após alguns desentendimentos divulgados pela imprensa, os irmãos se reuniram para uma apresentação beneficiente em Miami e para o Princes Trust em Londres. Receberam no mesmo ano um prêmio da Academia Britânica da Música.


Integrantes Oficias


Barry Gibb - vocal e guitarra (1946-2003)
Robin Gibb - vocal (1949-2003)
Maurice Gibb - teclado e guitarra (1949-2003



Barão de Itararé

Barão de Itararé era o pseudônimo de Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly. Nascido em uma diligência no Rio Grande do Sul em 1895, ele se tornou jornalista em 1925, quando resolveu abandonar a faculdade de Medicina e se mudar para o Rio de Janeiro.


Trabalhou para os jornais O Globo e A Manhã até fundar o seu próprio tablóide em 1926. A Manha era chamado de "o órgão de ataque de risos" por manter uma linha editorial e um formato escrachado. Apesar de ser alvo freqüente da censura do Estado Novo, o Barão, conhecido por suas tiradas bem-humoradas, mantinha uma boa relação com o presidente Getúlio Vargas. Quando Getúlio, recém-eleito ao senado, o encontrou em uma coletiva, esclamou: "Até tu, Barão"?. Apparício respondeu: "Tubarão é o senhor; eu sou o Barão de Itararé".


Em 1947, foi eleito vereador pelo Rio de Janeiro (RJ). Seu lema de campanha era "Mais água e mais leite. Mas menos água no leite". Acabou sendo cassado menos de 1 ano depois.


O apelido que o consagrou foi adotado na década de 1930. Ele fazia referência a batalha de Itararé, que nunca houve. Na ocasião, os revoltosos constitucionalistas de São Paulo se concentraram para barrar as forças do Governo Provisório de Getúlio Vargas, que ignoraram a presença dos oponentes. Outro nome utilizado por Apparício para assinar seus textos era Apporelly.


Cientista está prestes a criar vida sintética
da Folha de S.Paulo



O cientista Craig Venter, um dos "líderes" na corrida para decodificar o genoma humano, disse ao jornal "The Guardian" que está próximo de criar a primeira vida artificial.


O anúncio pode ser feito já amanhã, quando ocorre o encontro anual de seu instituto científico. Para Venter, o acontecimento "é um passo filosófico muito importante na história de nossa espécie. Nós iremos da leitura do código genético à sua escritura. Isso nos dá a hipotética habilidade de fazer coisas jamais imaginadas".


Mas a porta-voz do cientista, Heather Kowalski, negou à France Presse a fabricação de um cromossomo sintético. "Não conseguimos o que alguns estão especulando a respeito de vida sintética."




Tropa de Elite


O polêmico filme é inspirado no livro "Elite da Tropa", de Luiz Eduardo Sopares, ex-secretário Nacional de Segurança Pública, e André Batista e Rodrigo Pimentel, ex-integrantes do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope).


O filme, dirigido por José Padilha, custou R$10,5 milhões.


Em sua primeira sessão pública, no dia 18 de setembro de 2007, no Festival Internacional de Cinema do Rio, os 300 ingressos disponíveis se esgotaram em uma hora.


Antes mesmo de ser finalizado o filme se transformou em um fenômeno da pirataria. Um funcionário da empresa contratada para fazer as legendas de “Tropa de Elite” copiou o filme e emprestou a um amigo e a um ator do longa. Semanas antes do lançamento oficial, a versão não-finalizada já era vendida por camelôs.


Integrantes do Bope entraram na Justiça para que o filme não fosse exibido nas salas de cinema, alegando ser ofensivo à instituição. A ação foi iniciada antes do lançamento do filme - logo, pode-se concluir que os integrantes do Bope assistiram à versão pirata de "Tropa de Elite". A solicitação foi vetada pela juíza Flávia de Almeida Viveiros de Castro.


O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou que viu o filme em um DVD pirata. Mais tarde, desconversou e disse que assitiu ao filme com o diretor José Padilha.

Fonte: Guia dos Curiosos