Sábado, Setembro 29, 2007

The Byrds





1 - The Byrds - Chimes of Freedom

2 - THE BYRDS "Eight miles high" -LIVE - 1973



The Byrds foi uma banda estadunidense de rock formada em 1964 em Los Angeles.
Consistindo em uma mistura entre o folk rock de Bob Dylan e o som pop de The Beatles, a banda é considerada uma das mais importantes e influentes para o rock na década de 1960. Durante sua carreira ajudaram no desenvolvimento de gêneros como folk rock, space rock e rock psicodélico.
Estão no Hall da Fama do Rock and Roll e vários integrantes obtiveram sucesso em carreiras solo após deixarem o grupo.


O início
A banda foi formada em 1964 por Jim McGuinn (batizado como James McGuinn III, nascido em 13 de Julho de 1942 em Chicago, Illinois) (ele mudou o nome para Roger McGuinn in 1967), Gene Clark (batizado como Harold Eugene Clark, nascido em 17 de novembro de 1944 em Tipton, Missouri; morto em 24 de maio de 1991) e David Crosby (batizado como David Van Cortland Crosby, nascido em 14 de agosto de 1941 em Los Angeles). O baixista Chris Hillman (nascido em 4 de dezembro de 1944 em Los Angeles) e o baterista Michael Clarke (batizado como Michael Dick, nascido em 3 de junho de 1946, em New York; morto em 19 de dezembro de 1993) juntaram-se a banda depois.


Quando ainda eram um trio gravaram a música "The Only Girl I Adore" se autodenominando como The Jet Set. Após tornarem-se um quinteto eles passaram a ensaiar e gravar na World Pacific Studios em Los Angeles e lançaram um compacto com as músicas "Please Let Me Love You" e "Don't Be Long" sob o nome de The Beefeaters.


Folk Rock


Em 1964 assinaram um contrato com a Columbia Records e mudaram o nome para The Byrds. Em 20 de janeiro de 1965, eles gravaram a música "Mr. Tambourine Man", de autoria de Bob Dylan. A música ganhou um tratamento elétrico que ficou conehcido como folk rock. Atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso americana e britânica.


Seu primeiro álbum que ganhou o nome de Mr. Tamborine Man atingiu as paradas de sucesso e contou com versões para outras composições de Bob Dylan (" "Spanish Harlem Incident", "All I Really Want to Do" e "Chimes of Freedom"), versão para a composição de Pete Seeger ("The Bells of Rhymney") além de composições próprias.


Após o álbum ainda em 1965, The Byrds gravaram uma adaptação que Pete Seeger fez para uma melodia tradicional cuja letra foi diretamente tirada da bíblia. A música "Turn! Turn! Turn!" tornou-se o segundo sucesso da banda e também atingiu o primeiro lugar e fez parte do segundo álbum lançado pela banda.


Rock Psicodélico


Cansados do folk rock começaram a experimentar novos sons. No final de 1965 gravaram "Eight Miles High", uma das primeiras músicas psicodélicas. A música foi lançada primeiramente em compacto em 1966 e depois junto ao álbum Fifth Dimension (em julho de 1966). Porém Gene Clark abandonou a banda antes do lançamento, em março.


Irritados com o sucesso produzido da banda americana The Monkees, The Byrds gravou a música "So You Want To Be A Rock'N'Roll Star", uma crítica ao negócio da música. A música fez parte do quarto álbum da banda Younger Than Yesterday.


Mudanças


Em 1967, começaram a surgir tensões na banda, McGuinn and Hillman começaram a ficar irritados com Crosby. Neste mesmo ano tocaram no Festival de Monterey, Crosby cantou a maioria das músicas e fez discursos entre as músicas sobre o assassinato de John Kennedy e sobre os benefícios do uso de LSD. Com as tensões aumentado a banda despediu Crosby que juntou-se a Stephen Stills e Graham Nash formando a banda Crosby, Stills & Nash. Gene Clark juntou-se a banda por três semanas mas após sua saída The Byrds chamou o baterista de estúdio Jim Gordon e o guitarrista Clarence White para finalizar o próximo álbum. Clarence White tornou-se membro da banda oficialmente. O álbum The Notorious Byrd Brothers foi lançado em 1968 que mixava o folk rock, rock psicodélico, jazz além da música country. Alguns críticos de música consideram este o melhor álbum do The Byrds.


Após o álbum, o The Byrds ficou reduzido a dois integrantes (McGuinn and Hillman) eles acabram chamando Kevin Kelley para assumir a bateria e Gram Parsons para os teclados (que posteriormente passou a ser guitarrista da banda).


Música Country


Com a nova formação a banda mudou de rumo novamente. Em janeiro de 1968 eles tocaram em Nashville e logo começaram a gravar um álbum ao estilo country, Sweetheart of the Rodeo. O álbum não atingiu muito sucesso e antes do lançamento Parsons abandonou a banda. Kelley largou a banda logo depois de Parsons. Para substitui-los foram contratados o baterista Gene Parsons e o guitarrista Clarence White. Dois shows após as novas contrataçoes Hillman abandonou a banda e em seu lugar entrou o baixista John York. Roger McGuinn era agora o único integrante presente desde o início da banda.


Após o álbum The Dr. Byrds & Mr. Hyde eles lançaram o álbum Ballad Of Easy Rider ambos de 1969. Em 1970 lançaram o álbum Untitled e no ano seguinte o Byrdmaniax que trouxe uma decepção pois o produtor Terry Melcher fez algumas alterações no álbum que desagradaram a banda.


Reunião
Em 1972, os cinco integrantes originais se reuniram e gravaram um álbum mas sem o nome da banda. O nome adotado foi "Gene Clark, Chris Hillman, David Crosby, Roger McGuinn, Michael Clarke" mas o álbum se chamou Byrds. Menos de um mês depois do álbum ser lançado eles realizaram o último show.


Mortes
Em 1973, Clarence White morreu atropelado e Gram Parsons de overdose de morfina misturada a alcool. Gene Clark e Michael Clarke morreram em 1991.


Integrantes

Formação Original

Gene Clark– Vocais
Roger McGuinn – Guitarra, vocais
David Crosby – Guitar, vocais
Chris Hillman – Baixo
Michael Clarke – Bateria, harmonica


Outros Integrantes



Kevin Kelley- Bateria (1968)
Gram Parsons – Guitarra, piano, vocais (1968)
Clarence White- Guitarra, vocais (1968-1973)
Gene Parsons- Bateria (1968-1972)
John York – Baixo, vocais (1968-1969)
Skip Battin– Baixo, vocais (1969-1973)
John Guerin – Bateria (1972-1973)
Joe Lala - Bateria (1973)



Arqueólogos acham tâmaras de 3.000 anos na tumba de Tutancâmon


da France Presse, no Cairo



Oito cestas cheias de tâmaras relativamente bem conservadas e com mais de 3.000 anos foram descobertas na tumba do faraó Tutancâmon, revelou o Conselho Supremo de Antigüidades do Egito.


Uma equipe de arqueólogos egípcios, dirigida pelo chefe do conselho, Zahi Hawass, fez a descoberta na sala do tesouro da tumba do faraó, no vale dos Reis.


"As oito cestas descobertas continham grandes quantidades de tâmaras [...] em bom estado de conservação", afirmou Hawass em comunicado. As tâmaras, uma oferenda funerária ao faraó, estão em cestas com 50 cm de altura, relatou Ali al Asfar, um especialista em antigüidades de Luxor.


Os arqueólogos encontraram ainda 20 recipientes em forma de pêra, de um metro de altura, com o selo de Tutancâmon.


Os recipientes contêm provavelmente alimentos destinados à viagem do faraó ao além, como se acreditava no antigo Egito, e serão abertos nos próximos dias.


Tutancâmon, último faraó de sua dinastia, reinou entre 1334 e 1325 a.C e morreu muito jovem. Sua tumba foi descoberta em 1922 pelo arqueólogo britânico Howard Carter.




A questão da saúde no Brasil

Charge do jornal A Tribuna (ES)





Decisão sobre extradição de Cacciola deve sair em novembro
DANIELA FERNANDES
Enviada especial da BBC Brasil a Mônaco



A decisão final em relação ao pedido de extradição do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, preso em Mônaco desde o último dia 15, deve ser anunciada pelas autoridades do país na segunda quinzena de novembro, anunciou o diretor dos Serviços Judiciários de Mônaco, Philippe Narmino.


O ministro brasileiro da Justiça, Tarso Genro, se reuniu na tarde desta segunda-feira durante cerca de uma hora com Narmino e com a Procuradora-Geral de Mônaco, Annie Brunet-Fuster, para reforçar o interesse do Brasil na extradição do ex-banqueiro e também apresentar alguns documentos sobre o processo.


"O encontro foi positivo porque permitiu discutir detalhes e iniciar conversas que podem ajudar a entender melhor o caso", afirmou Narmino.


Durante a reunião que durou pouco mais de uma hora no Palácio da Justiça do principado, o ministro brasileiro entregou a Narmino um resumo do processo contra Cacciola.


O ministro brasileiro também mostrou alguns documentos, que não foram, no entanto, entregues oficialmente porque ainda não estão traduzidos, como a sentença da condenação do ex-banqueiro, que tem mais de 500 páginas, os dois mandados de prisão emitidos contra Cacciola e outros atos judiciais, afirmou Narmino.


Tarso Genro declarou que o pedido de extradição do ex-banqueiro será formalizado até o dia 3 de outubro, véspera do prazo de 20 dias previsto pela legislação monegasca, que pode ainda ser prorrogado por mais 20 dias.


Documentos


De acordo com Narmino, além da sentença de 552 páginas, o governo brasileiro também precisa entregar um documento comprovando que o mandado de prisão emitido contra Cacciola em 2000 ainda permanece em vigor.


"Isso ocorreu há sete anos e preciso constatar se a avaliação desse juiz continua a mesma", disse o diretor dos Serviços Judiciários de Mônaco.


Em função da data de 3 de outubro, anunciada por Tarso Genro para a entrega do todos os documentos que faltam ao processo de extradição, Narmino avalia que a Corte de Apelações de Mônaco, que analisará a validade jurídica do pedido de extradição, deve realizar uma audiência no dia 20 de outubro para iniciar a análise do processo.


"A decisão da Corte de Apelações deve ser dada entre o final de outubro e 1º de novembro. Encaminharei esse parecer, acompanhado de um relatório jurídico, ao príncipe Albert 2º, que dará a decisão final até a segunda quinzena de novembro", declarou.


Ele ressalta que embora Cacciola não tenha cometido nenhum crime em Mônaco, o principado também tem interesse em resolver rapidamente o processo. "Como se trata do caso de alguém que está preso, a Corte de Apelações dará prioridade à analise do pedido", disse Narmino.