Blink-182
1 - Blink 182-adams song
2 - Blink 182-I miss you
Blink-182 (conhecida antigamente somente por blink) foi uma banda norte-americana do sul do estado da Califórnia formada em 1992 por Tom Delonge e Mark Hoppus. Junto com o Green Day, são creditados por terem começado a revolução punk rock (embora esse estilo entre os punks não seja totalmente reconhecido) pós-grunge.
O início
O blink 182 era formado por três membros: Thomas Matthew Delonge (Tom) na guitarra, Markus Allan Hoppus (Mark) no baixo e Scott Raynor (Scott) na bateria. A banda era conhecida no mundo todo por suas melodias "punk rock" que tornaram-se sucessos nas paradas musicais e pelo seu humor nas canções. A banda diferenciava-se das outras de punk rock pelo conteúdo humorístico em contraste às letras de outras bandas do gênero que demonstram raiva ou conteúdo anti-político.
Em 1992, quando Mark mudou-se para San Diego, Califórnia, ele foi apresentado a Tom querendo começar uma banda. Aparentemente foi "amor à primeira vista" já que compartilhavam muitas coisas em comum. Para deixar a banda completa, eles decidiram que precisavam procurar por um baterista. Tom descobriu um garoto chamado Scott Raynor na sua escola que tocava bateria. Apesar de Scott ser um fã assíduo do Metallica, ele concordou em juntar-se à banda. Após considerar vários nomes (como Duck Tape) a banda concordou em chamar-se de "blink".
Até o fim de 1993 o blink lançou o EP Flyswatter. O demo foi gravado com material caseiro, o que explica a fraca qualidade de som. Quem escuta este EP percebe como a qualidade da banda mudou desde então. Antes do fim do ano, a banda lançou outro cassete conhecido como Buddha. Em torno de mil cópias foram produzidas pela Cargo Filter Records. No início de 1994 o blink lançou seu primeiro álbum, Cheshire Cat, lançado na Grilled Cheese Records. O álbum continha várias novas versões de músicas que apareciam no demo Buddha.
Pouco após o lançamento de Cheshire Cat o blink foi ameaçado legalmente por uma banda techno da Irlanda de mesmo nome. Para evitar um processo demorado, o blink adicionou os números 182 no final de seu nome. Apesar de haverem rumores do motivo pelos quais estes números foram escolhidos, todos os membros da banda deixaram claro que eles são totalmente aleatórios, porém há rumores de que o número originou-se do filme scarface, cujo qual Al Pacino fala 182 vezes a palavra "fuck".
Após 25 anos, "menino" que fez filme erótico com Xuxa prepara livro; leia entrevista
DÉBORA BERGAMASCO
Texto:da Folha Online
O tempo passou, e não apenas para Xuxa. O menino de 12 anos que protagonizou o polêmico filme "Amor Estranho Amor" (1982), com cenas sensuais ao lado da então modelo e atriz, tem 38 anos e é pai de família. Agora, Marcelo Ribeiro conta com exclusividade à Folha Online que está escrevendo um livro sobre a experiência. Na obra, ainda sem editora, o profissional de informática detalha sua filmografia --composta por "Eros, o Deus do Amor" (1981), "Amor Estranho Amor" (1982) e "Pecado Horizontal" (1982). Bastidores da aventura com a rainha dos baixinhos, é claro, serão incluídos.
Entre diversas passagens do filme dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003), a eterna rainha dos baixinhos se deita nua sobre Ribeiro e diz frases como "logo você vai virar um gurizão, mas desde já você já é um sabonetinho" e "eu sou uma ursinha macia, olha como eu sou macia". O filme saiu quase completamente de circulação após decisões judiciais em favor da apresentadora --o YouTube, porém, ainda disponibiliza fragmentos do longa.
Segundo Ribeiro, a idéia de escrever um livro surgiu a partir de perguntas em uma comunidade no site de relacionamentos Orkut criada pelo irmão de Marcelo. Em entrevista, ele fala sobre o livro, a interrupção de sua carreira artística e diz se arrepender de ter "jogado contra a Xuxa".
Confira a entrevista:
Folha Online - O que você pretende contar no livro? Marcelo Ribeiro - Vou contar exatamente a história do meu trabalho, na íntegra, com base nas perguntas que as pessoas me fizeram no Orkut. Vou fazer uma analogia do meu trabalho com base em um jogo. Quem conhece os filmes vai entender às claras. Quem não conhece, vai ficar curioso para conhecer. Isso eu garanto.
Folha Online - - Como você foi escolhido para participar do filme "Amor Estranho Amor"?
Ribeiro - Participei de um teste com 500 meninos para o filme "Eros, o Deus do Amor" (1981), de Walter Hugo Khouri, em que fiz cenas sensuais com Kate Lyra. O Khouri notou a repercussão que o filme teve por usar uma criança e resolveu escrever o filme "Amor Estranho Amor".
Folha Online - - Como foi filmar com a Xuxa?
Ribeiro - Não vá me chamar de arrogante, mas ela não era "a" Xuxa. Eu estava no meu segundo filme e era o ator principal. Foi o primeiro filme dela, em que fez praticamente uma figuração. E isso é o que me incomoda quando as pessoas tratam como "filme da Xuxa". Não é. Para mim foi normal. Mas eu amei de paixão filmar com a Vera Fischer. Nossa...
Folha Online- - E como o longa se transformou no "filme da Xuxa"?
Ribeiro - O primeiro cartaz de porta de cinema era uma foto minha com braços cruzados segurando uma foto que representava um útero remetendo à história de Édipo e Jocasta. Quando a Xuxa começou a fazer sucesso na [extinta] TV Manchete e foi consagrada como "rainha dos baixinhos", a produtora mudou a linha de divulgação do filme. Colocaram Tarcísio [Meira], Íris Bruzzi, Vera Fischer e Mauro Mendonça vestidos e a Xuxa nua no meio. Deixou de ser o filme do garoto para ser o filme da Xuxa. No livro vou dizer por "a mais b", nas entrelinhas, como fizeram isso.
Folha Online- - Como era para um menino de 12 anos, na puberdade, filmar cenas eróticas?
Ribeiro - No meu primeiro filme, eu não sabia muito bem como agir. Eles colocaram fita crepe "lá" porque eu não conseguia me controlar. Foi difícil. Mas depois, aprendi a separar o que era trabalho e o que era íntimo. Mas claro que sempre rola uma brincadeira, uma situação constrangedora... O set de filmagem é muito místico, você nunca sabe o que pode acontecer.
Folha Online- - Em "Amor Estranho Amor" você também usou a fita adesiva?
Ribeiro - Não, daí foi um nu normal.
Folha Online - - A Xuxa foi fetiche entre os meninos. Como se sentia por ter se deitado nu com ela?
Ribeiro - Quando ela era original de fábrica... Nossa! Era linda. Aquela da televisão já era outra, já estava desconfigurada. Mas nossa, a Matilde Mastrangi... Meu Deus do céu! Era um mulherão.
Folha Online - Depois que saía das filmagens, quem mais ficava nas suas lembranças?
Ribeiro - A Xuxa, mas foi pelo jeito espontâneo, amigo. Hoje penso que o sucesso que ela faz é merecido. Ela me cativou pelas brincadeiras.
Folha Online - - Qual foi o último contato que você teve com Xuxa?
Ribeiro - Foi em 1983, no programa em que Hebe Camargo fez uma homenagem para Xuxa. Eu estive como um amigo para relembrar um trabalho que ela havia feito. Ninguém pensava no filme de forma pejorativa, como aconteceu depois.
Folha Online - Já foi ao programa da Xuxa?
Ribeiro -Já, mas não consegui entrar porque deveria ter agendado lugar. Cheguei lá, falei quem eu era, mas não consegui.
Folha Online- - Nunca mais teve contato com ela?
Ribeiro - Em 2003, recebi propostas para colocar a mão numa grana e fazer parte de uma revista sensacionalista. Liguei para contar para o advogado dela, que disse que me ligaria de volta. Estou esperando até hoje.
Folha Online- - Mas o que você queria?
Ribeiro - Eu errei. Cometi uma falha muito grande na minha vida. Devido à minha cabeça alienada, quando estourou a proibição do filme, eu trabalhava na produtora [Cinearte, mesma do filme]. Fui condicionado a sair com a fita embaixo do braço, rodei o Brasil inteiro aparecendo em programa de TV e divulgando essa fita em porta de cinema. Eu joguei do lado errado, fiquei do lado da produtora. Eu achava que a Xuxa estava errada com a proibição. E só depois que cresci entendi o lance dos cartazes [apelativos]. Nunca liguei para pedir dinheiro para ninguém. Liguei para explicar a situação e mostrar que eu havia entendido o lado dela.
Folha Online - Como é a postura dela?
Ribeiro - Sempre neutra. Fiz uma matéria em um jornal, mandei fotos, fiz um estardalhaço. Ela processou o jornal, que teve de pagar R$ 1,5 milhão. Mas ninguém nunca me ligou para me ameaçar, para pedir nada. De duas, uma: ou eles não vão mexer com um cara que não tem onde cair morto ou, quanto mais bagunça eu fizer, mais aumenta a possibilidade de ganharem dinheiro.
Folha Online - Sua carreira artística já foi prejudicada por causa do filme?
Ribeiro - Tudo se fechou para mim. Não acredito que "mandinga" iria travar a minha vida. Tem uma engrenagem muito maior. No filme "Perfume de Gardênia" [1992], já estava tudo acertado verbalmente para que o adolescente do filme fosse eu. Senti que houve uma manipulação por fora, alguém comeu pelas beiradas. Depois que a Xuxa impediu a circulação da fita, senti que travou um pouco, por receio das pessoas darem o crédito para alguém que pudesse repercutir negativamente. Minha participação na "Casa dos Artistas" também estava praticamente certa, mas um diretor do SBT me disse que aquilo não era para mim. Isso não significa que tenha sido pivô da minha parada no mercado.
Prótese mais antiga do mundo é descoberta no Egito
da Efe, em Washington
Cientistas ingleses descobriram no Egito um dedão artificial no pé de uma múmia que seria a prótese funcional mais antiga do mundo. Pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, disseram que o artefato de couro e madeira, atualmente no Museu do Cairo, ajudava seu dono a "caminhar como egípcio".
A universidade divulgou no site www.eurekalert.com, que os cientistas esperam demonstrar que o dedão artificial do pé direito é anterior em vários séculos à prótese de uma perna artificial que data do ano 300 a.C.
A perna tinha sido feita de bronze e estava guardada no Colégio Real de Cirurgiões em Londres. Foi destruída pelas bombas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial.
O Museu Britânico também tem em exibição a prótese de outro dedo similar, mas não estava aderido a um pé.
"Os dois dedos datam de 1000 a 600 a.C. e, se pudermos demonstrar que um ou ambos eram funcionais, teremos feito retroceder o nascimento da medicina protética em pelo menos 700 anos", disse Jacky Finch, do Centro de Egiptologia Médica de Manchester.
O cientista afirmou que o dedo protético que é exibido no Cairo é provavelmente mais funcional porque é articulado e mostra sinais de uso.
Além disso, ainda está no pé da múmia, que era uma mulher que morreu entre seus 50 e 60 anos. O lugar da amputação mostra indícios de que a cura foi normal.
Hoje é o Dia da Informática
ComputadorO primeiro homem a imaginar e construir um computador de verdade foi o matemático, filósofo, economista e escritor inglês Charles Babbage (1791-1871). Respeitado pelas imprecisões que encontrou nas tabelas matemáticas de sua época, Babbage (pai do velocímetro, do limpa-trilhos das locomotivas e das primeiras tabelas confiáveis de expectativa de vida) construiu entre 1821 e 1832 um sistema de engrenagens e rodas dentadas denominado "Mecanismo Diferencial número 1", o tataravô dos computadores. Com suas 2 mil peças de aço e bronze, ele podia calcular de maneira rápida e precisa complexos cálculos matemáticos. Babbage conseguiu, no entanto, construir apenas um modelo simples, porque os metalúrgicos da época não eram capazes de produzir as centenas de pecinhas de precisão que o mecanismo requeria. Planejado entre 1847 e 1849, o "Mecanismo Diferencial número 2", com o dobro de peças, só seria construído em 1991, pelo Museu de Ciência de Londres, em homenagem ao bicentenário do nascimento do inventor. O projeto foi baseado em 20 desenhados deixados por Babbage. Novos experimentos levaram Babbage a projetar em 1834 o ainda mais complexo "Mecanismo Analítico", para desempenhar funções algébricas. Ele apresentava todas as partes essenciais de um computador moderno: circuitos lógicos, memória, armazenagem e recuperação de dados. O mais importante é que ele era programável.
A aliada de Babbage em seu trabalho, a escritora e matemática Augusta Ada King (1815-52), condessa de Lovelace e única filha legítima do poeta Lord Byron, foi a primeira programadora de computador da história. Augusta descreveu o primeiro conjunto de instruções de computador para pedir à máquina que computasse uma série (conhecida como os "números de Bernoulli") gerada por uma complexa equação matemática. Ela produziu um programa que deveria ser escrito em cartões perfurados, que haviam sido inventados em 1728 por um tecelão francês, Joseph-Marie Jacquard, para tecer padrões em teares. Permitindo (por uma perfuração) ou bloqueando (pela ausência de perfuração) a passagem de uma agulha, o sistema desses cartões antecipou a linguagem liga-desliga (binária) dos computadores eletrônicos atuais. Babbage já tinha construído um pedaço da máquina quando morreu. Ela nunca chegou a ser finalizada.
O primeiro computador digital eletrônico foi o Eniac, construído pelo engenheiro elétrico John Presper Eckert Jr. (1919-95) e pelo físico John William Mauchly (1907-80), na Escola Moore de Engenharia Elétrica, da Universidade da Pensilvânia, e pelo Laboratório de Pesquisas Balísticas do Exército americano. Apresentado em 15 de fevereiro de 1946, ele ocupava uma área de 93 metros quadrados, tinha a altura de dois andares e pesava 30 toneladas. Em seu interior, 17.468 enormes válvulas piscavam ininterruptamente. Apesar de seu tamanho, o Eniac (sigla, em inglês, para Computador e Integrador Numérico Eletrônico) era na verdade um ignorante. Cometia erros e quebrava repetidamente, porque seus tubos sempre se queimavam. Construído para calcular tabelas de artilharia, o computador de 450 mil dólares podia realizar 5 mil adições e 3.500 multiplicações por segundo. O Pentium Pro, lançado em 1996, é capaz de efetuar 300 milhões de operações por segundo. O Eniac, portanto, seria 85 mil vezes mais lento.
Há uma grande polêmica envolvendo a invenção do computador eletrônico. John Atanasoff (1904-95), professor da Universidade de Iowa, contou que a idéia de inventar um computador lhe ocorreu numa hospedaria em Illinois, em 1937. Seria operado eletronicamente e usaria números binários, em vez dos tradicionais números decimais. Daí a poucos meses, ele e um talentoso ex-aluno (Clifford Berry) haviam criado um tosco protótipo de computador eletrônico, que utilizava válvulas, tambores rotativos e cartões perfurados para a introdução de dados. A execução do projeto custou mil dólares. No ano seguinte, John Mauchly, que conhecera Atanasoff num seminário, foi convidado a conhecer o computador. Depois ficou hospedado vários dias em sua casa, onde soube de detalhes sobre o projeto.Atanasoff estava para requerer a patente do seu computador, mas foi convocado a Washington no início da Segunda Guerra Mundial para fazer pesquisas de Física para a Marinha. No mesmo período, Mauchly e Eckert construíram o Eniac. No verão de 1944, os dois simplificaram sua invenção usando o esquema binário desenvolvido por Atanasoff. Estava criado assim o Univac, que começou a ser vendido em 1946 e tornou-se o protótipo dos computadores de grande porte atuais.
O primeiro computador brasileiro foi construído na Universidade de São Paulo, em 1972, e era conhecido pelo apelido de "Patinho Feio".
Microcomputador
Em 1975, a revista americana Popular Electronics chegou às bancas ostentando na capa a figura de uma máquina retangular, anunciada como o resultado de uma revolução. Era, segundo a revista, "o primeiro kit de minicomputador do mundo", que chegava para rivalizar com os modelos comerciais. Nela, o leitor encontrava instruções para montar em casa o Altair 8800, que deveria ser comprado por reembolso postal. Em duas letras, era o primeiro PC, ou personal computer. Fabricada pela Mits (Micro Instruments and Telemetry Systems), a máquina era ainda muito rudimentar e exigia razoável habilidade para ser montada. Não dispunha de teclado nem de monitor de vídeo. Os comandos e dados tinham que ser introduzidos girando chaves e os resultados precisavam ser decifrados por meio de uma complicada combinação de luzes que acendiam e apagavam num painel frontal da máquina.
A guerra do Vietnã e a crise do dólar obrigaram o governo americano a desacelerar o programa espacial. Sem as verbas do passado, as empresas fornecedoras cortaram projetos e dispensaram funcionários. Assim, milhares de engenheiros e cientistas desempregados fundaram pequenas empresas para aplicar os conhecimentos acumulados na oferta de produtos ao setor privado. A Mits, responsável pelo lançamento do Altair, por exemplo, foi criada em 1969 pelo engenheiro Edwards Roberts, um ex-oficial da Força Aérea, numa tentativa de salvar sua empresa da falência, depois do fracasso de uma calculadora eletrônica. De outra empresa, a Fairchild Semiconductor, que fabricava circuitos eletrônicos, saíram os engenheiros que fundaram em 1966 a Intel (Integrated Electronics), que criou o primeiro microprocessador programável do mundo, o 8008. Daí para frente, os micros se sucederam com uma enorme velocidade.











Além do Cidadao Kane(substituído:03/09/2009)
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