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28 Fevereiro, 2012
Seca seria culpada pela decadência da civilização maia, afirma cientista
Povo nativo da América teve seu declínio antes da chegada dos espanhóis.
Redução de entre 25% e 40% nas chuvas afetou produção agrícola.
Fonte do texto:Do G1, em São Paulo
Templo no Reino de Tikal, um dos mais proeminentes do povo maia
Um estudo publicado nesta quinta-feira (23) indica que mudanças climáticas teriam sido as verdadeiras culpadas pela decadência da civilização maia, que dominava a península de Yucatán e o norte da América Central, onde atualmente ficam o sul do México, Belize, Guatemala e partes de Honduras e El Salvador.
O auge do povo maia foi entre os anos 800 e 1000 d.C.. A partir daí, eles entraram em declínio econômico e cultural, e perderam influência com a ascensão de outros povos, como os toltecas. Acabaram dominados pelos espanhóis, e ainda vivem na mesma região.
A pesquisa, publicada na revista "Science", diz respeito ao declínio no período clássico maia, nos séculos 9 e 10. Nessa época houve uma redução de entre 25% e 40% no volume das chuvas, provavelmente provocada por tempestades de verão cada vez mais brandas. Os dados foram obtidos pela análise de rochas e lagos atuais.
A seca é relativamente branda e, em geral, não provocaria o declínio de uma civilização bem estabelecida. Porém, nesse caso, ela teve grande impacto sobre os maias, pois eles dependiam das chuvas de verão para encher os reservatórios e garantir a produção agrícola – uma vez que não há rios nas planícies de Yucatán.
Os resultados servem como um alerta, pois é possível que haja novas secas na região em um futuro próximo. “Há diferenças também, mas o alerta é claro. O que parece ser uma redução mínima na disponibilidade de água pode levar a problemas importantes e de longa duração”, afirmou Martín Medina-Elizalde, do Centro de Pesquisa de Yucatán, no México, um dos autores do estudo, em material divulgado pela Universidade de Southampton, na Inglaterra, à qual ele também é vinculado.
Todos os caminhos levam a Roma
Estrada romana de Éfeso
Hoje em dia, os caminhos terrestres, aéreos ou marítimos levam viajantes a qualquer lugar. Porém, quando queremos dizer que todas as alternativas têm a mesma solução, dizemos que “todos os caminhos levam a Roma”. A tradição vem, é claro, dos tempos da antiga Roma, quando a cidade dos césares era o umbigo do mundo. “No século 1, quando o Império ia da Bretanha (na atual Inglaterra) à Pérsia (no atual Irã), Roma chegou a ter 80 mil quilômetros de estradas”, segundo pesquisa da historiadora Maria Luiza Corassin, da Universidade de São Paulo.
Mas as vias romanas não eram como as atuais, nem seus propósitos eram os mesmos. “Elas não se destinavam ao transporte de pessoas e cargas. Chamadas de cursus publicus, eram muito mais um meio de comunicação, por onde mensageiros levavam ordens de um canto a outro do império”, afirma Maria Luiza. Segundo ela, esse correio era tão eficiente que podia percorrer 270 quilômetros em um dia, marca que não foi superada na Europa até o século 19.
As estradas romanas eram verdadeiros prodígios para a engenharia da época. Eles usavam pedras e cimento acomodados sobre leitos aplainados e aterrados. As vias eram traçadas sempre em linha reta e passavam por cima de lagos, pântanos e montanhas. As pedras para o calçamento tinha superfícies curvas para facilitar a drenagem, outra novidade para a época. Ao largo delas havia postos de parada e descanso para guarnições militares.
Testemunhas do poder, da tecnologia e do espírito conquistador dos romanos, essas estradas não resistiram, porém, às invasões bárbaras a partir do século 3. Anos depois da queda definitiva do Império Romano do Ocidente, em 476, as pedras cortadas e polidas com precisão foram utilizadas para erguer os castelos medievais. Mas vestígios de algumas dessas estradas ainda podem ser vistos na Bretanha, por exemplo, ou em Roma, onde a principal delas, a Via Ápia, ainda recebe todos os anos milhões de visitantes.
Fonte do texto:Revista Aventuras na História
América: O mapa da discórdia
Tatiana Penido
Em 1950, um mapa-múndi representando uma única massa de terra, visão típica do século 15, causou rebuliço no meio científico. Não por estar completamente superado, mas porque o que ele mostrava era inédito: era um mapa da América, com inscrições num antigo idioma nórdico, e no canto esquerdo havia uma ilha assinalada com o nome Vinland. Se fosse autêntico ele seria a prova da descoberta da América pelos vikings. As primeiras datações com carbono radioativo realizadas pela Universidade do Arizona caíram como uma bomba: ele seria do início do século 15, antes, portanto da viagem de Colombo.
Durante os últimos 50 anos, no entanto, sua legitimidade nunca foi um consenso. Em agosto passado, um novo estudo reacendeu a polêmica. Robin Clark e Katherine Brown, químicos da University College de Londres, na Inglaterra, afirmaram que a tinta usada no mapa contém dióxido de titânio, uma substância descoberta no século 20. “Uma convincente fraude foi realizada.
Alguém pegou um pergaminho muito antigo e desenhou o mapa de Vinland”, diz Katherine. Thomas Cahill, especialista em documentos antigos da Universidade da Califórnia, no entanto, discorda. Ele analisou o mapa nos anos 80 e afirma que centenas de documentos medievais apresentam as mesmas características. Para ele, o dióxido de titânio pode ter se originado a partir do ferro, comum nas tintas da Idade Média.
A ironia disso tudo é que, se a polêmica sobre a autenticidade do documento está longe de chegar ao fim, aquilo que o mapa mostra não está mais sob suspeita. Sobre a chegada dos vikings na América, há cerca de mil anos, não restam mais dúvidas. Nos anos 60, arqueólogos descobriram vestígios de casas no estilo dos povos nórdicos da Europa na região de Terra Nova, no Canadá. Eles provaram que os vikings mantiveram contatos com índios da região por cerca de 300 anos.
Mas a briga sobre a legitimidade do mapa não é mera picuinha entre acadêmicos. Se for real, ele é o primeiro documento escrito a citar a existência da América. O que não é pouco.
Fonte do texto:Revista Aventuras na História
27 Fevereiro, 2012
O nazismo
Conspiração Nazista - O Plano Para Dominar a América Latina
Após a Segunda Guerra Mundial, e depois que centenas de líderes nazistas fugiram para o novo continente, sempre se tem falado sobre a presença do nazismo na América Latina. Mas o que nunca se supôs, e nunca se investigou a fundo, é o plano que o Terceiro Reich tinha de se infiltrar no continente americano, muito antes do começo da guerra. Nossa equipe de investigação conseguiu obter dados nunca antes revelados sobre a infiltração nazista na educação, na economia, na política e na sociedade dos mais importantes países da América Latina (Estados Unidos, México, Brasil, Chile e Argentina). “Conspiração Nazi” mostrará material de arquivo nunca visto sobre a infiltração nazista no continente americano, com fotografias inéditas, arquivo fílmico e documentos que provam indubitavelmente esta história reveladora, como só o History pode mostrar.
Fonte: History Channel
• Em 1922, uma nova política tomou o poder na Itália: o fascismo. O Partido Fascista Italiano foi fundado por Benito Mussolini em 1919. Ele acreditava num Estado forte conduzido por um líder ditatorial que personificasse a imagem da nação. Os direitos individuais e os instrumentos democráticos deveriam ser abolidos para que a disciplina militar mantivesse o poder e a autoridade do Estado. O fascismo foi violentamente contra o comunismo, apesar de ter adotado formas semelhantes de organização e propaganda. O sucesso da Itália de Mussolini correu pela Europa e inspirou políticos.
• A expressão nazismo tem origem na junção das sílabas na e zi do Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.
• Adolf Hitler adotou uma postura de ditador para exterminar as forças contrárias ao seu regime. Além de utilizar os serviços da Gestapo, a polícia secreta, construiu campos de concentração para onde mandava as pessoas que não se encaixavam no seu ideal de raça pura. O extermínio era feito em câmaras de gás e crematórios.
• Em 5 de setembro de 2005, os serviços de inteligência internos britânicos revelaram documentos que os nazistas pretendiam espalhar pânico na Inglaterra escondendo bombas dentro de latas de chá, ameixa e ervilha enviados ao país. Eles também haviam desenvolvido explosivos recobertos de chocolate, que disparariam à primeira mordida.
•
A queda do III Reich
• Com a Alemanha rearmada, Hitler começou a ocupar os países vizinhos para formar o III Reich, o Terceiro Império.
• As forças militares ocuparam a região do Reno, tomaram a Áustria e parte da Tchecoslováquia. Em 1939, Hitler ordenou a invasão da Polônia e deu início a Segunda Guerra Mundial.
• Hitler, que era chamado de Der führer, O líder, dirigiu pessoalmente toda a estratégia militar alemã. As primeiras vitórias fizeram-no rejeitar os conselhos de comandantes experientes.
• Em 1940, Dinamarca, Noruega, Holanda, Bélgica e França já haviam sido ocupados pelos alemães. Em outubro do mesmo ano, Hitler invadiu a Romênia, a Iugoslávia e a Grécia. Ele ignorou o acordo firmado com o ditador Stálin e atacou a Rússia.
• O esconderijo dos líderes nazistas era chamado de bunker. O abrigo foi construído no subsolo da chancelaria, depois que o ditador sofreu dois atentados praticados por oficiais alemães dissidentes. Hitler escapou milagrosamente da explosão de uma bomba que havia sido colocada a seus pés durante uma reunião.
• Os russos alcançavam a Alemanha quando Hitler se casou com sua amante de vários anos, Eva Braun, no dia 29 de abril de 1945. Entre os presentes estava Goebbels, o ministro da Propaganda Nazista, que envenenou toda a família e depois se matou.
• Existem muitas versões para a morte de Adolf Hitler. Seu corpo foi encontrado junto com o de Eva Braun no bunker, no dia seguinte ao casamento. Uma versão afirma que o ditador teria cometido suicídio ingerindo cápsulas de cianureto. Mas antes de fazer isso, testou o veneno em Blondi, seu cachorro favorito. A substância teve o efeito desejado e então Hitler a tomou. Outra versão afirma que apenas Eva Braun ingeriu veneno, enquanto Hitler se matou com um tiro. Os corpos foram queimados. A morte de Hitler marcou o fim da Segunda Guerra Mundial.
Fonte dos textos:Guia dos Curiosos
15 Fevereiro, 2012
Portugal cria versão de protesto do hit "Ai se eu te pego"; veja vídeo
Fonte:SITE DA FOLHA DE SÃO PAULO
Manifestantes portugueses criaram uma versão da música do cantor sertanejo Michel Teló para ser cantada durante protestos contra as medidas de austeridade, em meio à crise econômica na Europa. A música tem o refrão "Ai, não, não nos calam".
Ai, Não Nos Calam!
Curiosidade sobre o Carnaval
Para homenagear o Deus Saturno, havia uma festa na Roma Antiga chamada "Saturnais". As escolas ficavam fechadas, os escravos eram soltos e as pessoas saíam às ruas para dançar. Carros (chamados de "carrum navalis" por serem semelhantes aos navios) levavam homens e mulheres nus em desfile. Muitos dizem que pode ter sido daí a expressão "carnavale".
A Igreja Católica se opunha a estes festejos pagãos, mas, em 590, decidiu reconhecê-los. Exigiu, porém, que o dia seguinte (Quarta-Feira de Cinzas) fosse dedicado à expiação dos pecados e ao arrependimento.
Por isso, outros especialistas afirmam que o nome da festa vem da expressão latina "carnem levare", que quer dizer "retirar ou ficar livre da carne", já que representava os últimos dias antes da Quaresma, período em que o consumo de carne era proibido aos cristãos.
De lá para cá, o Carnaval foi mudando aos poucos de cara. Na Idade Média, incluía sátiras aos poderosos. Os foliões se protegiam de possíveis retaliações com a desculpa de que a festa os deixava loucos ("folia", em francês, significa loucura).
No Brasil o início da festa é conhecido como "grito de carnaval". Antigamente os clubes promoviam festas pré-carnavalescas com este nome. Nessas festas as pessoas iam fantasiadas e cantavam e dançavam ao som de marchinhas de Carnaval.
No século 17, nossa festa ainda era muito influenciada pelo "entrudo" português, que era um costume de fazer guerras d’água. O problema é que as armas usadas não eram só baldes d’água como lama, ovos e limões-de-cheiro, que eram bolinhas de cera cheias de líquido.
Dicionário da folia
Abre-alas
É o primeiro carro alegórico apresentado pela escola, logo após a comissão de frente. Costuma carregar o nome da agremiação e também símbolos ou mascotes.
Ala das baianas
Na década de 1930, era formada por homens que saíam nas laterais das escolas. Eles traziam navalhas presas às pernas para serem usadas em caso de brigas. A alas das baianas, como se conhece hoje, só viria a ser criada pela Mangueira nos anos 60.
Barracão
Local onde são confeccionadas as fantasias e os carros alegóricos.
Concentração
Também chamada de armação, é o local onde a escola se prepara para o desfile, as alas são distribuídas e tudo é montado.
Confetes
Era a munição usada na disputa entre os cordões. Chegaram ao Brasil em 1892. As serpentinas serviram para substituir as flores que eram atiradas para saudar a passagem dos carros alegóricos.
Corsos
Entre 1907 e 1930, as famílias usavam seus carros para se divertir. Montados nos capôs e nas capotas dos veículos, homens e mulheres mascarados e fantasiados jogavam confetes e serpentinas uns nos outros. Essas carreatas eram chamadas de "corsos".
Desfiles de fantasia
Clóvis Bornay foi o vencedor do primeiro concurso com a fantasia Príncipe Hindu
Inspirados nos bailes de máscara do Carnaval de Veneza, os desfiles de fantasia do Teatro Municipal do Rio de Janeiro começaram em 1937.
Clóvis Bornay foi o vencedor do primeiro concurso com a fantasia Príncipe Hindu. Caçula de 12 irmãos, Bornay nasceu em 1916 em Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. O concurso durou até 1972.
Seu maior adversário era o costureiro baiano Evandro de Castro Lima. Bornay morreu no dia 9 de outubro de 2005, aos 89 anos. O carnavalesco foi vítima de uma parada cardiorrespiratória.
Lança-perfume
O lança-perfume foi trazido da França em 1906. Era feito com perfume e cloreto de etila. Até o final dos anos 50, o máximo da ousadia era espirrar um jato gelado nas pernas das moças.
Não se sabe quem inventou a moda de cheirá-lo, mas em 1961 o presidente Jânio Quadros proibiu o seu uso, porque a substância estava sendo aspirada como uma droga.
Cinco anos depois, o presidente Castello Branco assinou a lei que bania definitivamente o lança-perfume dos bailes de Carnaval.
Merendeiro
Pessoa contratada pela escola para empurrar as alegorias no desfile. O nome vem porque o pagamento é muito baixo, um “dinheiro de comprar merenda”.
Rei Momo
Deus zombeteiro, do sonho e da noite, na mitologia grega, acabou virando Rei do Carnaval no Brasil, depois que a monarquia acabou no país. Por isso é que se fala em reinado de Momo para designar o Carnaval. O primeiro Rei Momo foi instituído pelo jornal carioca A Noite, em 1933.
O eleito foi o músico Silvio Caldas, que, por sinal, era magérrimo. Atualmente, um comitê escolhe o monarca da folia com base em quesitos como desembaraço, sociabilidade, facilidade de expressão, simpatia e espírito carnavalesco.
Até 1997, também era obrigatório que o candidato pesasse pelo menos 100 quilos, mas esta norma foi descartada para preservar a saúde dos concorrentes. Um dos Rei Momos mais famosos é Alex de Oliveira Silva. Ele chegou a ser o mais pesado da história, com 220 quilos.
Pavilhão
É o estandarte que apresenta símbolo, nome, cores e fundação da escola. Precisa ser protegido pela porta-bandeira.
Pierrot, Arlequim e Colombina
Essas conhecidas figuras do Carnaval vêm de um estilo teatral chamado Commedia dell’Arte. O gênero, surgido na Itália no século 16, apresentava histórias que ironizavam a vida e os costumes dos poderosos da época.
Os personagens costumavam ser fixos, e o trio em questão representava serviçais envolvidos em um triângulo amoroso. Pierrot, pobre rapaz que usava roupas de sacos de farinha e tinha o rosto pintado de branco, vivia suspirando de amor pela Colombina, a bela criada da filha do patrão. Ela, porém, gostava do Arlequim. Este outro empregado era um espertalhão preguiçoso e insolente que adorava pregar peças nos colegas. Usava sempre uma roupa de losangos.
Fonte dos textos: Guia dos Curiosos
Engenheiro inventa chuva sólida para ser usada na agricultura
Fonte:SITE DA FOLHA DE SÃO PAULO
O gel que absorve a água da chuva é enterrado nas raízes das plantas para mantê-las úmidas
Uma "chuva sólida", fabricada nos mesmos moldes das fraldas descartáveis de bebês e que pode ser aplicada na agricultura durante períodos de seca, está concorrendo neste ano ao prêmio concedido pelo Stockholm International Water Institute.
A invenção do engenheiro mexicano Sergio Rico, do Instituto Nacional de Politécnica, usa o poliacrilato de sódio. A substância é capaz de concentrar grandes quantidades de água em forma de gel.
O bloco de gel é colocado perto da raiz do vegetal para que possa absorver a água das chuvas. Cada quilo de chuva sólida armazena litros de água. Detalhe: a vida útil do produto é longa, variando entre oito a dez anos.
A equipe de Rico já testou a chuva sólida em pés de milho e obteve uma colheita bem superior ao método tradicional utilizado para aguar a área plantada.
Foto CSOL O gel que absorve a água da chuva é enterrado nas raízes das plantas para mantê-las úmidas
12 Fevereiro, 2012
Whitney Houston morre aos 48 anos
Fonte do texto:Do Diário do Grande ABC OnLine
Whitney Houston - Live in South Africa 1994
-122 Minutos
A cantora Whitney Houston morreu na noite de sábado aos 48 anos dentro de uma suíte no quarto andar no Beverly Hilton, hotel de Los Angeles. O corpo foi encontrado pelo guarda-costas da artista. Ainda não se sabe a causa da morte e, segundo o tenente da polícia Mark Rosen, não há evidências de crime no local.
A última aparição da cantora foi quinta-feira em uma boate de Hollywood ao lado do namorado, o produtor musical e cantor Ray-J. Ela estava com as pernas machucadas.
Coincidentemente, a morte da Houston acontece um dia antes da premiação do Grammy. Alguns artistas, como Rihanna, Katy Perry, Christina Aguilera, Mariah Carey, e Lenny Kravitz homenagearam a cantora nas redes sociais. No Brasil, Ivete Sangalo, Claudia Leite, Alexandre Pires também se pronunciaram.
História - O auge Houston foi anos 1980 e 1990 com sucessos como "I wanna dance with somebody", "Saving all my love for you", "How will I know" e "I will always love you", trilha do filme Guarda-Costas, que a cantora foi protagonista ao lado do ator Kevin Costner. O álbum da última música foi o mais vendido por uma artista feminina. Ao todo, foram vendidos mais de 200 milhões e ela chegou 30 vezes ao topo da carreira.
Porém, a cantora também enfrentou problemas fora dos palcos. Ela confessou ser viciada em maconha, cocaína e medicamentos. Houston alegou que as drogas fizeram perder o timbre da voz, que nos últimos anos não era nem parecida com àquela dos anos 1990.
Alimentos com sabor de Brasil
Conheça o passado dos principais pratos da nossa gastronomia regional
Flávia Pinho
Pegue a flora, junte à fauna e acrescente os temperos de imigrantes e nativos. Não tinha como dar errado a rica culinária brasileira. Basta viajar pelo país para descobrir que cada recanto tem seu prato preferido, aquele apreciado no dia-a-dia, ou ainda o especial servido só em ocasião de festa. Alguns não respeitaram o traçado geográfico e se impuseram pela proximidade da vizinhança. "A cozinha brasileira é sem fronteiras. Muitas receitas tornaram-se típicas de regiões inteiras, não só de um ou outro estado", diz Graziela Milanese, professora de História da Gastronomia da Universidade Anhembi-Morumbi. Confira, a seguir, a origem das delícias mais representativas do Oiapoque ao Chuí.
Comida é pasto
A necessidade de cada lugar formou nosso cardápio
Pampas
O charque, carne ultrassalgada e curada ao ar livre segundo técnica importada dos países andinos, era importante artigo de comércio entre o Sul e o Norte do país no século 17. Para alimentar quem as transportava, era misturada com arroz, temperos, tomate e pimentão, transformando-se no arroz de carreteiro.
Pantanal
O Pantanal só foi parcialmente desbravado pelos europeus a partir do século 17. Na bagagem, os bandeirantes levavam a mandioca e uma fome de leão, que os fazia comer o que vissem pela frente. No caso, o caldo de piranha: peixe bem cozido, com temperos e mandioca ralada.
Pará
O pato com tucupi é o prato principal do Círio de Nazaré, a festa católica considerada o Natal paraense. O ingrediente mais importante é o tucupi, líquido extraído da mandioca brava, que aparece em várias receitas da região. Era vendido, originalmente, nas barracas beneficentes das feiras.
Goiás
O primeiro índio que comeu pequi deve ter se arrependido: o fruto, natural do cerrado, é cheio de espinhos minúsculos. Não por acaso, por séculos ele só servia para fazer sabão. Até que se descobriu um jeitinho de morder a iguaria. Hoje, o arroz de pequi é o prato mais famoso da culinária goiana.
São Paulo
Os mouros faziam o cuscuz com arroz ou trigo. No Brasil, a massa passou a ser de milho e ganhou o país. Em São Paulo, ganhou roupa de festa. Provavelmente graças aos portugueses, foi incrementado com palmito, azeitona, sardinha e camarão.
Interior do Sudeste
Comerciantes que cruzavam o país, os tropeiros criaram seu próprio feijão: sem caldo (portanto mais fácil de transportar), misturado à farinha de mandioca. Originalmente paulista, o feijão tropeiro é destaque da culinária mineira, região onde a receita foi sabiamente aprimorada.
Sertão nordestino
Versão menos salgada da carne-seca, a carne de charque é curada por menos tempo. Virou símbolo de Nordeste porque o Rio Grande do Norte e o Ceará deram início a sua industrialização. No fim do século 17, era distribuída pelos rios. Originalmente feita de sobras, hoje existe até em versão nobre.
Pernambuco
Patrimônio de Pernambuco, o bolo Souza Leão é à base de mandioca, coco e açúcar, muito açúcar. Segundo registros, foi servido pela primeira vez a dom Pedro II (1825-1891). Os pesquisadores acreditam que todas as receitas que aparecem são variações do bolo criado por Rita de Cássia Souza Leão Bezerra Cavalcanti.
Bahia
Em iorubá, acarajé quer dizer "comer fogo". Bolinho de feijão-fradinho frito em dendê de origem africana, surgiu no Brasil colonial, quando as escravas vendiam o quitute em tabuleiros. A renda ia para "fazer o santo", a iniciação no candomblé. É considerada até hoje comida sagrada, ofertada aos orixás.
Rio de Janeiro
A feijoada não surgiu na senzala. O prato foi obra dos portugueses, que colocaram feijão no cozido de carnes, legumes e verduras que comiam. A versão feita com feijão-preto é carioca. No restante do país, também são usados grãos mais claros (e leves).
Paraná
A receita de barreado, original dos caboclos, ganhou fama há cerca de 200 anos, durante o entrudo, a versão portuguesa do carnaval. Os foliões saíam às ruas e deixavam a carne cozinhando em panela de barro lacrada. Na volta, estava pronto. Come-se com banana e farinha.
Fonte do texto;Revista Aventuras na História Nº 69 – abril de 2009
Pintura rupestre na Espanha pode ser a primeira feita por neandertais
Fonte do texto:DA "NEW SCIENTIST"
Pinturas rupestres encontradas na Espanha, mais exatamente em Málaga, podem ser as mais antigas já encontradas e também as primeiras de autoria de neandertais.
Os desenhos, que lembram a estrutura do DNA, podem ser de leões-marinhos que serviram de alimento para o grupo. Desde 1959, quando garotos que caçavam morcegos entraram nas cavernas Nerja, a questão está aberta.
A partir da análise dos restos de carvão, porém, os pesquisadores da Universidade de Córdoba puderam estipular recentemente a idade das seis figuras em cerca de 43,5 mil e 42,3 mil anos.
Se confirmada essa informação, elas seriam ainda mais antigas que as famosas pinturas com cerca de 30 mil anos da caverna Chauvet, na França.
Até recentemente, pensava-se que os neandertais seriam incapazes de produzir trabalhos artísticos. Agora, o pensamento predominante é que eles tinham também a habilidade para lidar com simbolismos, imaginação e criatividade tal qual os humanos modernos.
Paul Pettitt, da Universidade de Sheffield (Reino Unido), classificou o achado "potencialmente fascinante". Ele acrescentou que é "vital" que os envolvidos saibam o quão antigas são as figuras.
Sem esse dado, é difícil determinar se foram mesmo os neandertais que traçaram o desenho ou se foram os Homo sapiens, que podem ter vivido no sul da Espanha no passado.
A análise não será finalizada até 2013 e as escavações continuam em andamento.
Foto neandertais Pesquisadores da Universidade de Córdoba acreditam que os desenhos podem ser de leões-marinhos
Cientistas acham ancestral africano do crocodilo moderno
Fonte do texto:DO "NEW YORK TIMES"
Concepção artística do crocodilomorfo "Aegisuchus witmer", que viveu no norte da África
Os cientistas só acharam um fragmento do crânio. Mesmo assim, descobriram que um réptil recém-identificado era um "crocodilão"com até 10,5 metros de comprimento e uma formação parecida com um escudo na cabeça.
Só ela, aliás, devia ter em torno de 1,5 metro, estimam os pesquisadores.
O animal provavelmente viveu aproximadamente 95 milhões de anos atrás, durante o período Cretáceo.
Cicatrizes dos vasos sanguíneos no crânio fossilizado sugerem a presença de um grande escudo na testa desse crocodilo.
Não por acaso, o bicho está sendo chamado pelos cientistas de Shieldcroc (algo como "Crocoescudo"). O nome oficial é Aegisuchus witmer.
Descoberto em Marrocos, o fóssil é, segundo os autores do trabalho, publicado na "PLoS One", o mais antigo ancestral africano do crocodilo moderno.
08 Fevereiro, 2012
Fóssil altera data de surgimento da vida animal na Terra
Fonte do texto:DA FRANCE PRESSE
Uma equipe de pesquisadores descobriu na Namíbia fósseis de esponja, que podem ser a primeira prova de vida animal na Terra, o que faz remontar em milhões de anos a data estimada da aparição desta forma de vida.
Os fósseis estavam, em sua maioria, no Parque Nacional de Etosha e também em outros pontos do país africano, em rochas de até 760 milhões de anos.
A descoberta é de uma equipe internacional de dez pesquisadores que publicaram seus resultados no "South African Journal of Science".
Até agora, a comunidade científica considerava que a vida animal havia surgido na Terra entre 600 milhões e 650 milhões de anos. Com os fósseis recém-encontrados, essa origem remontaria entre 100 milhões e 150 milhões de anos a mais.
Segundo o estudo, as minúsculas esponjas esféricas, do tamanho de um grão de pó e cheias de buracos que permitem a passagem da água, são nossos ancestrais mais distantes, assegura Tony Prave, um dos coautores do estudo, da Universidade de St Andrew (Escócia).
"Se pegarmos a árvore genealógica e remontarmos até o que se chama grupo mãe, o ancestral de todos os animais, então, sim, esta seria nossa mãe comum", afirmou.
Para o professor Prave, a descoberta de fósseis de 760 milhões de anos é coerente com a hipótese dos especialistas da genética, que trabalham com o "relógio molecular".
Trata-se de um método que permite determinar a idade de uma espécie comparando as variações de seu DNA com as de outras espécies vizinhas.
A esponja seria o primeiro advento de uma forma de vida multicelular, acrescentou Prave.
Múmia confirma que câncer de próstata tem origem genética
SITE DA FOLHA DE SÃO PAULO
A múmia de 2.200 anos que está guardada no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa
A descoberta de um câncer de próstata em uma múmia com 2.200 anos sugere que a doença não é necessariamente ligada à interferência do ambiente ou da industrialização.
"As condições de vida de tempos antigos eram muito diferentes, sem poluentes ou alimentos modificados", comentou o professor Salima Ikram, da Universidade Americana, no Cairo (Egito).
"[Isso] nos leva a acreditar que a doença não está necessariamente e somente ligada a fatores industriais", diz o pesquisador que nos últimos dois anos estudou a múmia, guardada no Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa, em Portugal.
A conclusão foi possível graças ao uso de uma tomografia computadorizada que produziu imagens raras de alta definição", comentou o radiologista de imagens Carlos Prates.
O homem com câncer teria morrido por volta de 285 a.C., e sua morte foi devagar e dolorosa.
"As lesões nos ossos foram consideravelmente sugestivas de um câncer de próstata em metástase", diz o artigo publicado no "International Journal of Paleopathology".
Este é o segundo mais antigo caso de câncer de próstata já encontrado. O primeiro, encontrado em 2007, é de uma múmia de 2.700 anos de idade que morreu na Sibéria.
Moeda encontrada no Tâmisa era usada como pagamento em bordéis do século 1
Apesar da antiguidade, o objeto reproduz bastante nitidamente a imagem de uma mulher deitada em um sofá ao lado de uma figura masculina, aparentemente durante o ato sexual
Fonte:Efe
Peça foi encontrada na margem do Tâmisa no outono de 2010
A moeda de bronze do século 1 encontrada há mais de um ano nas proximidades do rio Tâmisa era, segundo os especialistas, uma forma de pagamento nos bordéis do Império Romano, informa o Museu de Londres.
A peça tem um tamanho similar ao de uma moeda de dois euros e em uma de suas faces é possível ver um casal, enquanto na outra aparece inscrito o número 15 em algarismos romanos.
Apesar de sua antiguidade, reproduz bastante nitidamente a imagem de uma mulher deitada em um sofá ao lado de uma figura masculina, aparentemente durante um ato sexual.
Os analistas do Museu de Londres, onde está sendo exibida a moeda, acreditam que este tipo de objeto era trocado por sexo e que o número que aparece no reverso da moeda é o preço do serviço prestado.
A curadora do museu, Caroline McDonald, afirmou que se trata de um objeto arqueológico "perfeito, sexy e provocativo", embora demonstre que a vida de uma escrava romana não era muito feliz.
"Este tipo de objeto pode nos ajudar a gerar debates sobre temas relevantes para a cidade e seus visitantes", continuou.
A peça foi encontrada na margem do Tâmisa no outono de 2010, por um homem com um detector de metais.
ONG divulga fotos de índios isolados na Amazônia
SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO
A ONG Survival International (survivalinternational.org) divulgou nesta terça-feira fotos de uma família de índios peruanos Mascho-Piro, considerados isolados (sem contato com não indígenas).
Imagem sem data da ONG Survival International mostra integrantes da tribo Mashco-piro, na parte sudeste da selva peruana
Os Mashco-Piro habitam o Parque Nacional de Manú, no Sudeste do país. Mas, de acordo com a ONG, avistá-los está cada vez mais recorrente nos últimos tempos.
A aproximação dos índios tem sido causada pela extração ilegal de madeira no parque e pela movimentação de helicópteros ligados à extração de gás e petróleo.
As fotos divulgadas ontem podem ser o registro mais detalhado já feito de uma comunidade isolada -estima-se que hoje existam cerca de cem em todo o mundo.
Mas o contato com os índios isolados é preocupante.
Recentemente, um fotógrafo de origem indígena, Nicolas "Shaco" Flores, foi morto por uma flecha ao tentar contatar os Mashco-Piro.
"O primeiro contato é sempre perigoso e frequentemente fatal para a tribo e para aqueles que tentam o contato", disse, em nota, o diretor da ONG, Stephen Corry.
"A vontade dos indígenas de se manterem isolados deve ser respeitada."
Há um ano, a Funai (Fundação Nacional do Índio) divulgou fotos aéreas de índios isolados no Acre, na divisa com o Peru. Depois disso, não houve mais divulgação de novos registros na região.
28 Janeiro, 2012
Rita Lee xinga policiais e é detida em seu último show
Fonte do texto:Folha.com
Sergipe x PMSE : Confusão que levou Rita Lee à delegacia em Aracajú. 29.01.2012
A cantora Rita Lee, 64 anos, foi detida na madrugada de ontem, em Aracaju (SE), ao fim do último show de sua carreira, por ter chamado um grupo de policiais de "cavalo", "cachorro" e "filho da p...".
Ela foi liberada após prestar depoimento e assinar um boletim de ocorrência por desacato a autoridade e apologia ao crime ou ao criminoso.
No meio do show, a cantora afirmou ter visto membros de seu fã-clube sendo agredidos por PMs, e declarou que não os queria em sua apresentação.
Ainda calma, disse: "Vocês são legais, vão lá fumar um baseadinho".
Os policiais então foram para a frente do palco, e a cantora se alterou e lembrou já ter vivido o período da ditadura, dizendo não ter medo deles.
Terminado o show, Rita foi levada pela polícia à delegacia.
O governador Marcelo Déda (PT), que também assistiu à apresentação, disse ter testemunhado "um espetáculo deprimente" por parte de Rita.
"A polícia não tinha feito nenhum tipo de ação que justificasse a atitude da cantora", declarou.
A ex-senadora e hoje vereadora de Maceió Heloisa Helena (PSOL), foi solidária à cantora e assinou o boletim de ocorrência como testemunha a seu favor.
No mesmo boletim, Rita disse que "todo o ocorrido se deu como uma reação emocional, provocada pela ação truculenta desnecessária".
Quadro pintado por Hitler é leiloado pela internet na Eslováquia
Fonte do texto:DA EFE
Um quadro pintado por Adolf Hitler durante sua juventude foi posto à venda por uma casa de leilões eslovaca em seu site com um preço de saída de US$ 13 mil.
Em "Maritime Nocturno", pintado em 1913, Hitler retratou a lua entre nuvens e seu reflexo no mar, informaram nesta quinta-feira vários jornais locais.
"Todos o conhecemos como um déspota. Mas, nessa época, ele não sabia que se transformaria em um deles. Queria ser artista", disse ao jornal "CAS" Jaroslav Krajcak, o dono da agência de leilões Darte.
Krajcak afirmou que obteve o quadro da família de uma colecionadora eslovaca, que o adquiriu na época da Primeira República Checoslovaca (1918-1938).
Depois da Segunda Guerra Mundial a proprietária perdeu o gosto pelo quadro e seus sucessores queriam desfazer-se dele.
"Estas obras chegam ao mercado muito raramente. Os colecionadores não as vendem porque as consideram únicas", acrescentou.
Cientistas encontram mais antigo 'berçário' de dinossauros
Fonte:SITE DA FOLHA DE SÃO PAULO
Conceção artística dos dinossauros e suas crias no 'berçário'
Uma escavação feita na África do Sul revelou um "berçário" de dinossauros com 190 milhões de anos. De acordo com os pesquisadores, o sítio recém-descoberto é cerca de 100 milhões de anos mais antigo do que seus equivalentes já conhecidos.
O local era usado como ninho por dinossauros massospondylus, herbívoros gigantes e de pescoço alongado que antecederam os saurópodes. A descoberta do berçário traz pistas significativas sobre a evolução do complexo comportamento reprodutivo dos dinossauros mais antigos.
Com base nas descobertas, que incluem fragmentos de ovos, muitos ainda com embriões, assim como pequenas pegadas de dinossauro, os cientistas, liderados por Robert Reisz, da Universidade de Toronto, afirmam ter as evidências mais antigas já registradas de que os filhotes permaneciam nesses ninhos tempo suficiente para pelo menos dobrar de tamanho.
Pelo menos dez ninhos foram encontrados em vários níveis nesse sítio, cada um com até 34 ovos.
A distribuição dos ninhos entre as camadas indica que os dinossauros mais antigos retornavam ao local repetidas vezes para colocar os ovos. Os animais também depositavam os ovos em grupo, criando espécies de "colônias" de ovos nos ninhos.
"Apesar de haver um extenso registro de fósseis de dinossauro, nós temos muito pouca informação desse tipo a respeito da biologia reprodutiva desses animais, especialmente dos primeiros dinossauros", disse David Evans, do Royal Museum, de Ontário, no Canadá.
Os autores do trabalho, publicado na revista científica "PNAS" afirmam que pode haver muitos outros ninhos nas proximidades.
Foto Berç Conceção artística dos dinossauros e suas crias no 'berçário'
Satélites europeus encontram reserva de água doce no Ártico
Fonte do texto:DA REUTERS
Satélites da ESA (Agencia Espacial Europeia) localizaram um reservatório de água doce no oceano Ártico que está se expandindo e pode baixar a temperatura na Europa.
A descoberta, descrita na publicação científica "Nature Geoscience" de domingo (22), é importante pois significa que toda a água doce do oceano Ártico aumentou cerca de 10%, o equivalente a 8.000 quilômetros cúbicos.
Desde 2002, essa reserva que fica a oeste do Ártico subiu cerca de 15 centímetros. A elevação pode ter ocorrido pela ação dos ventos árticos que interferem na corrente oceânica Beaufort Gyre e que pode fazer com que o nível do mar se eleve.
A Beaufort Gyre é uma das correntes oceânicas menos compreendidas do planeta. Alguns cientistas acreditam ela possa sofrer influências do aquecimento global, com o risco de complicações na circulação do oceano e no aumento do nível do mar.
25 Janeiro, 2012
POST DEDICADO AO ANIVERSÁRIO DA CIDADE DE SÃO PAULO:458 ANOS
1 - Fotos de São Paulo - Brasil
2- Caetano Veloso - Sampa
Clique e Ouça-São Paulo - Premeditando Breque
Fundação de São Paulo
No começo de 1554, os padres Manoel da Nóbrega, José Anchieta e outros membros do grupo religioso Companhia de Jesus começaram a subir a serra em direção aos Campos de Piratininga. O planalto era habitado por uma tribo de índios tupiniquins liderados pelo cacique Tibiriçá. Chamava-se Piratininga, porque tinha abundância de peixes. No período de cheia do rio Tamanduateí e Tietê, os animais costumavam ficar presos em lagoas rasas. Os que não eram apanhados, secavam ao Sol. Daí o nome da região, que em tupi quer dizer "peixe seco".
Os religiosos chegaram à Piratininga em 24 de janeiro de 1554. No dia seguinte, o padre Manuel de Paiva celebrou uma missa nas proximidades de uma cabana de pau-a-pique que mais tarde funcionaria como escola de catequese, enfermaria e residência dos jesuítas. A data da celebração ficou registrada como a da fundação da capital paulista.
Pouco tempo depois, Manoel da Nóbrega pediu autorização a Tibiriçá para erguer um colégio no local. Não teve problemas para obtê-la, uma vez que a amizade entre brancos e índios já havia sido selada com o casamento das duas filhas do cacique com portugueses. O complexo, ao redor do qual começou a se formar um povoado, recebeu o nome de São Paulo, já que no dia 25 de janeiro a igreja Católica comemora a conversão do apóstolo Paulo. Hoje, o Páteo do Colégio marca o local exato onde ele se ficava.
8) Bank Boston (atual Nestlé)
145 metros, 30 andares, 1955
9) Banco do Brasil
143 metros, 24 andares, 1955
10) Eldorado Business Tower
141 metros, 32 andares, 2007
Números curiosos
Rio Tietê
O Rio Tietê é o mais extenso do estado, com 1.032 quilômetros. Nasce na Serra do Mar, perto de Mogi das Cruzes. Depois de atravessar a cidade de São Paulo, corta o estado e deságua no rio Paraná. Era chamado pelos índios de Anhembi.
O Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é o maior complexo hospitalar da América Latina. Tem 352 mil metros quadrados de área construída. Trabalham ali 5.500 pessoas - 200 professores, 1.500 médicos
contratados, 800 residentes e 3 mil enfermeiros. Por ano, são realizadas 1,1 milhão de consultas e 29 mil cirurgias e gasta-se 97 quilômetros de esparadrapo.
O Instituto Butantan foi criado em 1901, sob a direção do médico Vital Brasil. No início, o local era uma grande fazenda onde eram criados cavalos para a produção de soro.
A Biblioteca Mário de Andrade tem em seu acervo 420 mil livros, 40 mil deles raros. Entre eles, estão os 23 volumes da célebre enciclopédia do filósofo francês Diderot, de 1751.
O Pico do Jaraguá é o ponto mais alto da cidade de São Paulo (1.135 metros acima do nível do mar). Documentos antigos dizem que o Pico foi o primeiro lugar onde se encontrou ouro no Brasil.
A Represa de Guarapiranga, que está a 30 quilômetros do centro da capital de São Paulo, tem 32 mil quilômetros quadrados.
O primeiro e maior planetário brasileiro é o do Parque do Ibirapuera. Foi inaugurado em 26 de janeiro de 1957. A sala tem 20 metros de diâmetro e lugar para 350 pessoas.
Cerca de 5 milhões de pessoas, ou metade da população paulistana, moram em habitações irregulares: 2,5 milhões moram em loteamentos ilegais, 2 milhões em favelas e 600 mil em cortiços.
A Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda 12 metros quadrados de área verde por habitante e São Paulo tem insuficientes 4,8. São 15 quilômetros quadrados distribuídos em 31 parques, muitos deles com problemas de segurança e conservação.
A cidade produz 15 mil toneladas de lixo por dia e 95% são levados a dois aterros sanitários, cujas capacidades estarão esgotadas em 2002.
Durante o dia, os 4,4 quilômetros quadrados dos bairros paulistanos Sé e República são percorridos por 2,8 milhões de pessoas.
A ONU recomenda 3 leitos de hospitais para cada mil habitantes. São Paulo tem um números razoável: 2,75 por mil. Mas os leitos são mal distribuídos pela cidade.
São 15 homicídios e 300 assaltos por dia, apesar dos 19.529 PMs, 11.367 policiais civis e 4.300 homens da Guarda Civil Metropolitana.
A noite mais fria na cidade ocorreu em 2 de agosto de 1955. Os termômetros marcaram 2,1 graus negativos.
Uma pesquisa realizada em 2008 pelo Ibope constatou que 55% dos paulistanos sairiam da cidade para viver em outro lugar se tivesse a oportunidade.
O trânsito mata em média 2 pedestres, 1,3 motociclista, 0,8 condutor/passageiro e 0,2 ciclistas por dia na cidade - cerca de 4,3 pessoas mortas por dia.
Símbolos da cidade
Avenida Paulista
A área onde hoje está a Avenida Paulista, um dos principais centros financeiros da cidade, consistia em uma trilha de bois que cruzava uma mata. No século 19, o engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Lima separou lotes de terra no local com a intenção de repassa-los a banqueiros, industriais e barões do café. Foi o próprio Eugênio de Lima quem planejou a Paulista, inaugurada em 1891. Os prédios residenciais começaram a tomar a região na década de 1950. Os edifícios comerciais vieram 20 anos depois. Atualmente, circulam todos os dias pelos 2,8 quilômetros de extensão da avenida mais de 1 milhão de pessoas.
Catedral da Sé
Construída entre 1913 e 1954, o templo gótico tem projeto do alemão Maximillian Hehl. Sua arquitetura mistura os estilos gótico, bizantino, medieval e renascentistas, e sofreu uma grande restauração em 2002. Uma de suas principais atrações é a cripta subterrânea, onde estão os restos mortais do índio Tibiriçá e do regente Antônio Feijó.
Viaduto do Chá
O viaduto do Chá tem esse nome porque foi ali que se fez uma das primeiras tentativas de cultivar chá no Brasil por volta de 1820. Antes da abertura do viaduto, transpor o rio Anhangabaú era uma aventura arriscada. Quem saísse da praça do Patriarca em direção ao Teatro Municipal, que nem existia naquele tempo, tinha que descer até o fundo do vale, passando por uma plantação de chá, cruzar uma pinguela sobre o rio e subir um morro. Em 1892, uma empresa privada decidiu erguer a ponte e acabou importando toda a estrutura metálica da Alemanha. Como a obra custou caro, a construtora decidiu cobrar pedágio dos pedestres que passavam por ali (3 vinténs, moeda portuguesa usada na época). Mais tarde, por causa de protestos, a Prefeitura decidiu encampá-lo e liberar sua travessia.
Pátio do Colégio O colégio erguido pelo Padre Manoel da Nóbrega deu início ao povoado que, séculos depois, se transformaria em uma das maiores cidades do mundo. A autorização para construí-lo foi obtida junto ao índio Tibiriçá, cuja simpatia havia sido conquistada e selada através do casamento de suas duas filhas com portugueses. A construção original já não existe mais, mas uma réplica marca o local. Apenas uma parede de taipa, a cripta e o torreão permaneceram intactos. No complexo, que em 1954 voltou às mãos dos jesuítas, funcionam hoje um museu, uma biblioteca e um café.
Teatro Municipal
O arquiteto Ramos de Azevedo assina o projeto do teatro, finalizado em 1911. Sua inauguração teve que ser adiada em um dia porque os cenários e figurinos da ópera Amleto, que marcaria o evento, não chegaram a tempo. Em 1922, o local sediou a Semana de Arte Moderna, que provocou uma verdadeira reviravolta no cenário cultural do país.
Estação da Luz
Trata-se de uma réplica da estação de Sydney, na Austrália, construída entre 1895 e 1901. Sua principal finalidade era escoar a produção de café para o Porto de Santos. O relógio que fica no alto de sua torre era referencial para acerto dos relógios da cidade. Com o aumento do movimento, foi necessário a construção de uma nova estação, a Júlio Prestes, em 1901, onde hoje funciona a Sala São Paulo de concertos.
Monumento às Bandeiras
Criado por Victor Brecheret, a escultura de granito demorou 17 anos para ser concluída. Possui 43 metros de comprimento, 8 de largura e 5 de altura. O povo brasileiro é representado pelo grupo de 35 índios, negros, portugueses e mamelucos que acompanham os dois bandeirantes.
Viaduto Santa Ifigênia
O Santa Ifigênia foi construído para melhorar o trânsito das carruagens que circulavam pela região na década de 10. A obra tem estrutura de metal belga e gradis em estilo art-noveau. Seus 225 metros de comprimento demoraram 2 anos para ficaram prontos.
Parque do Ibirapuera
Entregue a cidade nas comemorações de seus 400 anos. O local era um antigo acampamento indígena e contém 1,6 milhão de metros quadrados. Oscar Niemeyer e Burle Marx dividem a autoria do projeto arquitetônico. Seu nome, em tupi-guarani, quer dizer "pau podre".
Mercado Municipal
Outra obra de Ramos de Azevedo, inaugurada em 1933. Tem ao todo 12.600 metros com 289 boxes que vendem frutas, carnes, peixes, temperos, verduras e queijos. Entre os petiscos vendidos no local, fazem sucesso o pastel de bacalhau e o sanduíche de mortadela. Cerca de 450 unidades desse último são vendidos diariamente pelo Bar da Mané, um dos principais especialistas no prato.
Fonte dos textos acima:GUIA DOS CURIOSOS
Peruanos comiam pipoca antes mesmo de fabricar cerâmica
Fonte do texto:DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
Eles podem não ter tido televisão, mas tinham um costume relacionado a assistir filmes: o consumo de pipoca.
Pesquisadores encontraram evidências de que sociedades peruanas comiam pipoca muito antes da utilização de cerâmica.
Isso significa que o consumo de pipoca começou cerca de mil anos antes do que se acreditava.
Cientistas peruanos e americanos conseguiram desenterrar palha de milho, caules, espigas e borlas (pólen de produção de flores no milho) que datam de 6.700 a 3.000 anos atrás em Huaca Prieta Paredones, no norte do Peru.
As características do sabugo de milho sugerem que os habitantes dessas regiões preparavam e comiam milho de várias maneiras, inclusive fazendo farinha e pipoca.
A pipoca peruana é a mais antiga evidência fóssil do milho "estourado" na América do Sul. Apesar de já existir consumo de milho há milhares de anos na região andina, esse vegetal ainda não era uma parte importante da alimentação do povo antigo.
"Em muitas áreas, o milho chegou antes da cerâmica. Isso indica que o consumo de milho não dependia de cerâmica", diz Dolores Piperno, do Museu Nacional de História Natural Smithsonian.
A evolução do consumo do milho é difícil de ser estudada porque espigas e grãos não se preservam muito bem.
A fé que vem da África
Entenda os cultos brasileiros inspirados em rituais que atravessaram o Atlântico
Angélica Moura
Os 3,5 milhões de africanos que vieram para o Brasil como escravos ao longo de 300 anos deixaram marcas profundas. Uma das heranças mais marcantes desse encontro é a religiosidade de origem afro. Ao desembarcar em estados tão distantes entre si como Maranhão, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, os escravos criaram diversos novos nichos da religião originada do outro lado do oceano Atlântico.
Os africanos acreditam que o mundo é constituído de forças. Tudo e todos, sejam seres vivos ou inanimados, possuem uma força vital (chamada de "ntu" pelo povo bantu, originário da África subsariana, e "axé" pela nação ioruba, vinda da região de Nigéria, Benin e Guiné). De acordo com essa fé, os seres humanos podem manipular essas forças. Graças à mediunidade, eles estabelecem a comunicação entre a força visível (o homem) e a força não visível (os orixás ou os antepassados).
"Nos povos iorubas, a força vital é movida através da incorporação de forças da natureza, representadas pelos orixás. Nos povos bantus, a força vital é manipulada pela incorporação da força humana dos antepassados", afirma Dilma de Melo Silva, professora de Cultura Brasileira da USP. Segundo Eduardo Oliveira, no livro Cosmovisão Africana no Brasil, "as religiões africanas são eminentemente comunitárias. O importante é o bem-estar de todos os membros do grupo". Ou seja, tanto aqui como na África, o culto religioso visa a harmonia espiritual e social.
Os mais famosos
A rota de oito cultos praticados por aqui
Os mais famosos
Catimbó
Mais comum na Amazônia, é marcado pela influência indígena. As entidades cultuadas são caboclos e um instrumento dos índios, o maracá, está sempre presente.
Tambor de Mina
Nome dado no Maranhão à religião africana praticada de acordo com a tradição jeje-nagô. Os filhos de santo incorporam voduns, orixás e caboclos.
Xangô
Praticado principalmente em Pernambuco. As diferenças com relação ao candomblé são sutis: o dia de oferenda ao orixá ou a fixação do couro no atabaque.
Candomblé
Comum principalmente na Bahia, segue a tradição ioruba e cultua os orixás. Cada um contém uma qualidade específica da natureza.
Culto aos Egunguns
Praticado sob direção de um sacerdote mais velho, que evoca as almas dos mortos. Encontrado principalmente na ilha de Itaparica, na Bahia.
Islamismo
Trazido pelas nações Haussás, Malês e Fula (vindas do reino muçulmano do vale do Niger), em 1835 o Islã negro liderou a Revolta dos Malês em Salvador.
Umbanda
Nome dado em vários estados, em especial Rio e São Paulo, para a fé que assimila várias linhas religiosas: culto aos ancestrais, culto aos orixás, kardecismo e cristianismo.
Batuque
Fruto de religiões dos povos da costa da Guiné e da Nigéria, de nações Jeje, Ijexá, Oyó e Oba, cultua os orixás e é encontrado principalmente no Rio Grande do Sul.
Iorubas
Várias nações ocupavam essa área: Mina, Níger, Fanti-Aschanti, Oyo, Jeje, Ketu e Ijexá. Seus moradores cultuavam voduns e orixás.
Bantu
Na região que comportava as nações de Benguela, Angicos, Macuas e Cabinda, praticava-se o culto aos ancestrais.
Palavras de crença
Expressões marcantes da religiosidade africana
Banto: grupo etnolinguístico localizado principalmente ao sul do deserto do Saara.
Ioruba: idioma da família linguística que habitava a região que hoje corresponde a Nigéria, Benin e Guiné.
Eguns: mortos.
Orixás: ancestrais divinizados.
Exu: mensageiro dos orixás e dos homens.
Macumba: significa "o tambor".
Padê: despacho oferecido antes de começar os rituais religiosos.
Fonte do texto:Revista Aventuras na História
21 Janeiro, 2012
Mumificação no Egito antigo
Por mais de 3 mil anos, cadáveres foram dissecados, desidratados e enfaixados
Maria Carolina Cristianini
A expressão “a terra há de comer” não faria sentido para as pessoas com dinheiro no Egito antigo. Lá, acreditava-se no ka, uma força que continuava após a morte – desde que o corpo fosse bem conservado. Para isso, usava-se uma técnica inspirada no deserto. Após observar que a areia quente e o ar seco preservavam os mortos, os egípcios criaram um método de dissecação e mumificação acompanhado de um ritual religioso.
As primeiras múmias conhecidas são de 3000 a.C. Privilégio dos monarcas, 800 anos depois é que o processo se estendeu a qualquer um que pudesse pagar. E nem só humanos eram mumificados. Em janeiro, cães foram encontrados em El Faiyum, um oásis a 80 quilômetros do Cairo. “Era uma forma de homenagear animais de estimação”, explica o historiador Julio Gralha, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
As últimas múmias são do século 4 d.C.. A influência romana e o avanço do cristianismo podem ter encerrado a prática.
Rumo ao sarcófago
O processo tinha seis passos e demorava até 70 dias 1. Limpeza geral O corpo era levado para tendas ao ar livre, em um lugar chamado Ibu (local de purificação), na margem oeste do rio Nilo, onde ficavam os cemitérios. Ali, era entregue a sacerdotes. Em uma mesa inclinada para coletar fluidos, era lavado com vinho de palma e água do rio.
2. Adeus, vísceras
O sacerdote Ut removia os órgãos por um corte do lado esquerdo do abdômen. Só sobrava o coração. Pulmões, intestinos, estômago e fígado iam para recipientes especiais.O resto era jogado no rio Nilo – incluindo o cérebro, que era retirado pelas narinas.
3. Guardiões
Os órgãos mais importantes eram armazenados em vasos. Eles representavam os quatro filhos de Hórus, deus dos céus: Duamutef (cachorro) cuidava do estômago; Qebehsenuf (falcão), dos intestinos; Hapi (babuíno), dos pulmões; e Amset (humano), do fígado.
4. Sal até as entranhas
Com o cadáver livre das vísceras, começava o processo de desidratação, feito com natrão, um tipo de sal mineral muito comum na região. O corpo era preenchido e envolvido com esse sal e permanecia assim por 40 dias.
5. Recheio seco
Após a desidratação, havia nova lavagem com água do Nilo e aplicação de substâncias aromáticas e óleos para aumentar a elasticidade da pele. Para não ficar deformado, o corpo era recheado com serragem e plantas secas. Só então recebia até 20 camadas de tiras de linho engomado.
Fonte do texto: Revista Aventuras na História Nº 57 – Abril de 2008
Fósseis 'perdidos' recolhidos por Darwin estavam em armário
Fonte do texto:DA EFE
Fósseis 'perdidos' recolhidos por Darwin estavam em armário
,br. Tidos como desaparecidos, vários fósseis recolhidos pelo naturalista inglês Charles Darwin no século 19 foram encontrados em um armário da instituição científica British Geological Survey. A informação é da rede de televisão BBC.
Darwin pegou as amostras de fósseis durante sua histórica viagem com a embarcação Beagle, em 1834, época em que começou a desenvolver a Teoria da Evolução.
Os fósseis estavam ao lado de outras amostras que há mais de 160 anos tinham sido depositadas no mesmo armário. O móvel estava nos porões da instituição, localizada em Keyworth, no centro da Inglaterra.
O responsável pelo achado foi o paleontólogo Howard Falcon-Lang, da Universidade de Londres. Ele resolveu verificar o armário quando viu o rótulo de "plantas fósseis não registradas" em algumas gavetas.
"Dentro havia centenas de lâminas de vidro com amostras de fósseis de plantas, que eram polidas em folhas transparentes para serem examinadas sob o microscópio", explicou o cientista. "A primeira que peguei já estava etiquetada com o nome de Darwin", acrescentou.
Estes fósseis de Darwin "se perderam" porque um amigo do cientista, o botânico Joseph Hooker, que estava encarregado da classificação das espécies durante uma breve estadia no British Geological Survey em 1846, se esqueceu de incluí-las no registro da instituição.
As mostras redescobertas foram fotografadas e serão expostas ao público pela internet, indicou a BBC.
17 Janeiro, 2012
Coldplay é banda de rock que mais vendeu no Reino Unido em 2011
Fonte:SITE DA FOLHA DE SÃO PAULO
Coldplay - (HD)(Live)(Rock am Ring 2011)(Full Concert)80 minutos
Coldplay foi a banda de rock que mais vendeu discos no Reino Unido em 2011. Segundo a parada oficial, a banda de Chris Martin teve o single e o álbum mais vendidos do ano no gênero.
O álbum mais recente do Coldplay, "Mylo Xyloto", vendeu 908 mil cópias no ano enquanto o single "Paradise" vendeu 410 mil cópias.
Em segundo lugar entre os álbuns mais vendidos aparece o ex-Oasis Noel Gallagher com seu primeiro trabalho solo. O disco, chamado "Noel Gallagher's High Flying Birds", vendeu 492 mil exemplares.
A banda de seu irmão Liam, Beady Eye, ficou apenas em 15º com 165 mil cópias vendidas de seu primeiro álbum "Different Gear Still Speeding".
As bandas Florence & The Machine, Foo Fighters e Mumford & Sons completam o topo do ranking.
Entre os singles, a surpresa ficou por conta da balada "Iris", da banda Goo Goo Dolls. A faixa, lançada em 1998, foi a segunda mais vendida do ano com 264 mil cópias comercializadas. A música voltou à parada após ser interpretada no programa "X Factor".
A lista de 20 álbuns e 20 singles mais vendidos do ano no Reino Unido está disponível no site oficial.
foto Coldplay teve single e álbum de rock mais vendidos do ano
Mudança de hábito: hora da refeição
Europeus comiam em horários diferentes
Flávia Pinho
Imagine jantar às 4 da tarde. Estranho, não? Pois era nesse horário que os moradores das principais cidades da Europa sentavam-se à mesa para comer até o século 18. Foi só após a Revolução Industrial, quando o mundo dos negócios passou a manter os homens mais tempo fora de casa, que o horário da refeição se alterou bastante – primeiro para as 18h, depois para as 19h30. O jeito para driblar a fome foi inventar um lanche. Os franceses passaram a fazer uma boquinha lá pelas 5 da tarde, quase sempre chá com bolo, imitando o hábito dos ingleses. Com essa prática, eles acabaram lançando moda.
O que se comia
Ao contrário do que ocorria no jantar, os pratos servidos no almoço eram frios Café-da-manhã (ou pequeno almoço)
Horário: bem cedo, ao levantar
Menu: leite, café, chá ou chocolate com pãozinho ou torrada
Segundo almoço (ou almoço de garfo)
Horário: entre 10h e 12h
Menu: entradas, embutidos, carnes frias e sobremesa
Jantar
Horário: entre 16h e 17h
Menu: carnes grelhadcs, servidas com acompanhamentos quentes e saladas
Ceia
Horário: depois que acabavam os saraus
Menu: refeição fria, com cardápio semelhante ao do segundo almoço
Fonte do texto: Revista Aventuras na História Nº 57 – Abril de 2008
Com 3.000 anos, tumba de cantora é descoberta no Egito
DA ASSOCIATED PRESS
Arqueólogos egípcios e suíços encontraram uma tumba de mais ou menos 3.000 anos que pertencia a uma cantora. A descoberta foi feita no Vale dos Reis, no Egito.
Essa é a única tumba de uma mulher sem parentesco com as famílias reais achada na região, segundo Mansour Boraiq, do Ministério das Antiguidades.
O Vale dos Reis, em Luxor, é uma importante atração turística. Foi lá que, em 1922, arqueólogos acharam a máscara funerária dourada de Tutancâmon, que governou a região até 1323 a.C.
Segundo Boraiq, o caixão da cantora está surpreendentemente intacto.
Quando ele for aberto, nesta semana, os cientistas devem achar uma múmia e uma máscara moldada sobre seu rosto, feita com camadas de tecido e gesso.
O nome da cantora, Nehmes Bastet, quer dizer que ela era "protegida" pela divindade felina Bastet.
A tumba foi achada por acaso, segundo Elena Pauline-Grothe, diretora de escavações no Vale dos Reis pela Universidade de Basileia. "Não estávamos procurando novas tumbas. Essa estava perto de outra descoberta há cem anos."
As inscrições achadas no local indicaram que a mulher era cantora no templo de Karnak, um dos mais famosos da era dos faraós.
12 Janeiro, 2012
The Doors lança música inédita após 40 anos
DA EFE
The Doors Live Hollywood Bowl 1968
A banda The Doors apresentará aos fãs no dia 24 de janeiro uma reedição especial do álbum "L.A. Woman" (1971) com uma música inédita, lançada após quatro décadas de vazio.
Chamada "She Smells So Nice", a faixa já poderá ser conferida pelos fãs nesta segunda-feira, na página oficial da banda no Facebook. Segundo a gravadora Warner Music, a música, "de espírito blues" e gravada com a formação original, foi registrada durante a gravação de "L.A. Woman" e descoberta mais tarde por Bruce Botnick, o técnico de som do grupo.
Além da música inédita, o relançamento também apresentará novas versões das faixas originais, como "L.A. Woman", "Riders On The Storm" e "Love Her Madly", e mais o DVD "Mr. Mojo Risin: The Story of L.A. Woman", um documentário que retrata os bastidores do clássico disco.
Criada em 1965, em Los Angeles, esta mítica banda americana, considerada uma das mais clássicas da história do rock, acabou se dissolvendo em 1973, dois anos depois da morte do líder Jim Morrison. Já "L.A. Woman", o disco homenageado, é o segundo disco mais vendido do grupo, ficando atrás apenas do álbum de estreia,"The Doors", de 1967.
Carta assinada por Beethoven será apresentada ao público
DA EFE, EM BERLIM
Uma valiosa carta, assinada por Ludwig van Beethoven, será apresentada ao público no próximo dia 18 de janeiro pelo Instituto Brahms, anunciou nesta segunda-feira a instituição na cidade de Lübeck.
Segundo o diretor da instituição, Wolfgang Sandberger, a carta possui um valor estimado entre 100 mil e 150 mil euros e integra parte de uma ampla coleção que a pedagoga musical Renate Wirth (1920-2011), bisneta do destinatário da carta, deixou de herança à associação do Instituto Brahms.
No escrito, datado em julho de 1823, Beethoven (1770-1827) pede ajuda ao compositor e harpista Franz Anton Stockhausen para encontrar um comprador para a partitura da então recém acabada "Missa Solemnis", considerada pelo próprio músico como uma de suas obras mais significativas.
A carta, com uma extensão de três páginas - amareladas e quebradiças devido à passagem do tempo -, é a peça mais valiosa da coleção que a família Stockhausen conseguiu salvar das duas guerras mundiais, algo em torno de 20 caixas de arquivo.
Entre estes objetos de grande valor, figuram partituras, exemplares de ensaio, programas de concertos, listas manuscritas do repertório do Joachim-Quartet, talvez o quarteto mais importante da época em Brahms, algumas fotos e uma batuta de marfim do músico Julius Stockhausen.
Para o instituto, que não investiga somente o trabalho de Johannes Brahms, mas também sobre todos os músicos de seu entorno, este legado tem um valor musicológico enorme, já que reflete toda a importância que a família Stochkhausen possuía.
O filho de Franz Anton Stockhausen, Julius (1826-1906), foi cantor e figura chave do gênero "lied" alemão, ao ser o primeiro a interpretar, ao lado de Brahms (1833-1897), os ciclos completos de "Die Winterreise" ("Viagem de Inverno") e "Die schöne Müllerin" ("A Bela Moleira"), do compositor austríaco Franz Schubert.
A carta de Beethoven, enviada quatro anos antes de sua morte para Stockhausen em Paris, será apresentada publicamente na quarta-feira da próxima semana no Instituto Brahms, com sede no Conservatório Superior de Música de Lübeck, no norte da Alemanha.
A preciosa carta poderá ser vista pelo público até o próximo dia 29, no museu do instituto.
Mais de 5.500 objetos do Titanic em leilão
Louças, baixela, documentos e roupas estão entre os produtos
Da AFP
Cem anos após o naufrágio do Titanic, mais de 5.500 objetos encontrados no fundo do oceano, entre louças, baixela, documentos, roupas e também peças do navio legendário, serão leiloados no dia 11 de abril em Nova York, anunciou nesta quinta-feira a casa Guernsey's.
Os objetos serão apresentados num único lote, em virtude de uma decisão judicial que impede sua dispersão.
Trata-se de "preservar a História" para as futuras gerações, declarou Arlen Ettinger, presidente da casa de leilões, durante entrevista à imprensa, destacando "o fascínio" que a história do Titanic continua a exercer, inclusive em seu filho, de 12 anos.
Todas as peças a serem leiloadas, entre elas um pedaço do casco pesando 17 toneladas, foram encontradas no fundo oceano, durante oito expedições realizadas em 25 anos por RMS Titanic no sul da Terra Nova (Canadá) no local onde repousavam os destroços, a 3.800 metros do fundo, em duas partes separadas de cerca de 600 metros.
O valor da coleção foi calculado em 189 milhões de dólares em 2007, com alguns direitos associados.
Algumas peças da baixela de valor diferenciado, segundo a classe dos passageiros, algumas impressas com o nome "White Star Line", a companhia marítima do navio, o colete de um viajante, abotoaduras de ouro, ou ainda um par de binóculos perfeitamente conservado, foram apresentados nesta quinta-feira durante uma entrevista à imprensa.
Todos contam a história da luxuosa cidade flutuante que era o Titanic, naufragado há cem anos, na noite de 14 a 15 de abril de 1912, após ter-se chocado com um iceberg durante sua viagem inaugural de Southampton (Inglaterra) a Nova York, explicou nesta quinta-feira Alexandra Klingelhofer, responsável pela coleção.
No total, 2.200 pessoas de 40 nacionalidades estavam a bordo, cheias de "sonhos e de esperanças", e cerca de 1.500 morreram no naufrágio.
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Após 16 anos, Record compra documentário "Muito Além do Cidadão Kane"
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Além do Cidadao Kane(substituído:03/09/2009)
Além do Cidadão Kane é um documentário produzido pela BBC de Londres - proibido no Brasil desde a estréia, em 1993, por decisão judicial - que trata das relações sombrias entre a Rede Globo de Televisão, na pessoa de Roberto Marinho, com o cenário político brasileiro. - Os cortes e manipulações efetuados na edição do último debate entre Luiz Inácio da Silva e Fernando Collor de Mello, que influenciaram a eleição de 1989. - Apoio a ditadura militar e censura a artistas, como Chico Buarque que por anos foi proibido de ter seu nome divulgado na emissora. - Criação de mitos culturalmente questionáveis, veiculação de notícias frívolas e alienação humana. - Depoimentos de Leonel Brizola, Chico Buarque, Washington Olivetto, entre outros jornalistas, historiadores e estudiosos da sociedade brasileira. "Todo brasileiro deveria ver Além do Cidadão Kane"
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